As obras aqui publicadas podem não ser inteiramente ficcionais, podendo corresponder ao comportamento ou opinião pessoal de seus autores. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais será mera coincidência?

sábado, 5 de outubro de 2013

Ana Caroline nos mostra a Relação entre Comunismo e Nazismo

Ana Caroline nos mostra a Relação entre Comunismo e Nazismo



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Não é raro encontrar pessoas que, inocentemente, afirmam que Nazismo é de direita e que não era Socialista.
Nem sei o que pensar de pessoas assim.
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Recentemente uma professora de história chamada Ana Caroline deu uma verdadeira aula de historia para seus alunos da oitava série.
Veja a imagem da aula postada em seu facebook. (Clique na imagem para ampliar)ana caroline professora
Abaixo a transcrição do texto:
A ideologia nazista era baseada no comunismo como afirmava o próprio Hitler ao dizer: “aprendi muito com o comunismo.” Podemos encontrar muitas das ideias do nazismo descritas no livro “Mein Kampf” (Minha Luta) do chanceler da Alemanha. Iniciado na Alemanha uma década após a Revolução Socialista da Rússia, a ideologia nazista se assemelhava profundamente ao comunismo. Na Russia encontramos um socialismo que pretendia ser internacional, enquanto o socialismo alemão era nacional. Enquanto o comunismo pretende criar um novo homem baseado numa falsa sociologia, o nazismo espera o surgimento de um novo homem com base em uma falsa biologia. Os dois, no entanto, ambicionam ser científicos (ter respaldo na ciência).
A professora nada mais fez que desenterrar os discursos de Adolf Hitler, socialista e pai, óbvio, do Nazismo. Veja:
“Eu aprendi muito do marxismo, e eu não sonho esconder isso. (…) O que me interessou e me instruiu nos marxistas foram os seus métodos (…) Todo o Nacional Socialismo está contido lá dentro (…) O nacional socialismo é aquilo que o marxismo poderia ter sido se ele fosse libertado dos entraves estúpidos e artificiais de uma pretensa ordem democratica” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp.211- 212).
Em tempo: “Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).
Claro que os socialistas, terroristas de plantão que são, querem por tudo infernizar a vida da jovem professora anti-comunista, anti-feminista e uma digna e bela mulher que apenas ama a verdade.
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Veja este pequeno vídeo mostrando a semelhança bizarra entre os cartazes de propaganda Nazista e Comunista. Não dá pra saber quem copiava de quem ou, se eles combinavam de fazer igual.
Abaixo outro vídeo mostrando algumas semelhanças óbvias entre os dois regimes:
Em seu facebook ela disse:
“Nem todo mundo que viu um pedaço da minha aula me ameaça de morte. Nem todo mundo quer me linchar ou acabar com essa “professorinha” aqui. Obrigada pelo apoio!”
Se quiser se aprofundar um pouco mais na questão Nazismo Socialismo basta ler este excelente artigo de Luciano Ayan
Abaixo colocarei o artigo dele para vocês lerem:
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Marxistas, humanistas, progressistas, obamistas e neo ateus (o que dá tudo no mesmo) adoram fantasiar o passado da Alemanha Nazista para chamá-los de “extrema direita”. E o que faz um cético político? Obviamente, vai investigar a alegação.
Nada melhor que começar com uma análise do PROGRAMA DO PARTIDO NACIONAL SOCIALISTA DOS TRABALHADORES ALEMÃES, publicado em 24 de fevereiro de 1920, no Hofbrauhaus-Festsaal em Munique. Esse é o paradigma que deu sustentação à todas as ações de Hitler, incluindo o Holocausto Judeu. Não há nada melhor para estudar o cerne da mente nazista do que estudar este documento.
Para cada um dos 25 termos do programa, iniciarei meus comentários com a explicitação de com qual ideologia o nazismo se alinha, podendo ser “Neutro”, “Direita” ou “Esquerda”. (É interessante notar que os pontos iniciais são neutros, mas do décimo para a frente a coisa definitivamente se avermelha de vez)
Comecemos:
1. Nós exigimos a união de todos os alemães numa Grande Alemanha com base no princípio da auto-determinação de todos os povos.
Neutro. Não é possível qualificar o ponto acima como algo relacionado nem a Esquerda como à Direita.
2. Nós exigimos que o povo alemão tenha direitos iguais àqueles de outras nações; e que os Tratados de Paz de Versalhes e St. Germain sejam abolidas.
Neutro. É, como se nota, o esquerdismo ainda não se manifestou, mas muito menos uma concepção de mundo que possa ser qualificada como “de direita”.
3. Nós exigimos terra e território (colônias) para a manutenção do nosso povo e o assentamento de nossa população excedente.
Neutro, tendendo à Esquerda. Por enquanto, temos apenas um país reconhecendo seu aspecto belicista, e avisando que vai botar para quebrar, o que qualifica o ponto acima como parcialmente neutro. Entretanto, a promessa de “garantir a manutenção do povo”, através da ação do estado, é uma abordagem esquerdista.
4. Somente aqueles que são nossos compatriotas podem se tornar cidadãos. Somente aqueles que tem sangue alemão, independente do credo, podem ser nossos compatriotas. Por esta razão, nenhum judeu pode ser um compatriota.
Neutro. A filosofia do período, tanto esquerdista quanto de direita, não pregava a exclusão dos judeus. Alguns poderiam dizer que Marx teria dito que os judeus “pereceriam no holocausto”, mas ele queria dizer com isso que os judeus deixariam de ter uma identidade de povo (como todos os outros povos deveriam fazê-lo) para se juntar à revolução. Marx não tinha nada contra os judeus, apenas contra o fato de terem uma “identidade judaica”, quando para ele deveriam ter uma identidade de classe (proletários X burgueses). Mesmo assim, a qualificação de um grupo (os judeus) como bodes expiatórios de todos os males é uma extensão da filosofia de guerra de classes de Marx. Mas, por questão de caridade, deixarei este ponto como neutro.
5. Aqueles que não são cidadãos devem viver na Alemanha como estrangeiros e devem ser sujeitos à lei de estrangeiros.
Neutro. Alguns difamadores da esquerda diriam que esta é uma proposta de direita, principalmente pelo fato de alguns Republicanos nos Estados Unidos terem sido contra a imigração ilegal. Entretanto, coibir a imigração ilegal não é o mesmo que definir os estrangeiros como não-cidadãos.
6. O direito de escolher o governo e determinar as leis do Estado pertencerá somente aos cidadãos. Nós portanto exigimos que nenhuma repartição pública, de qualquer natureza, seja no governo central, na província, ou na municipalidade, seja ocupada por qualquer um que não seja um cidadão. Nós combatemos a administração parlamentar corrupta pela qual homens são indicados para vagas por favor do partido, não importando caráter e aptidão.
Neutro. É a extensão do ponto anterior.
7. Nós exigimos que o Estado especialmente se encarregará de garantir que todos os cidadãos tenham a possibilidade de viver decentemente e recebam um sustento. Se não puder ser possível alimentar toda a população, então os estrangeiros (não-cidadãos) devem ser expulsos do Reich.
Esquerda. Enfim, começou a ladainha. Aqui temos a criação de bodes expiatórios para, no caso da população precisar de sustento, jogar neles as culpas pela penúria que porventura a população passasse. Este truque (o da guerra de classes) é essencialmente esquerdista.
8. Qualquer imigração adicional de não-alemães deve ser previnida. Nós exigimos que todos os não-alemães que entraram no país desde 2 de Agosto de 1914 sejam forçados a deixar o Reich imediatamente.
Neutro. Esta medida era contextual, em um período que a Alemanha passava dificuldades após a Primeira Guerra Mundial. Uma medida abjeta, diga-se, mas que não é diretamente sustentada nem pela filosofia de direita e nem a de esquerda.  
9. Todos os cidadãos devem possuir iguais direitos e deveres.
Direita. Esta é uma abordagem essencialmente direitista. Já os esquerdistas pregam que alguns devem ter mais direitos que os outros. Um exemplo está na recente questão da causa gayzista, a PL 122. Com essa proposta, os gayzistas querem que seja proibida a crítica aos gays. Isso é dar mais direito a um grupo em detrimento de outro. Podemos (e devemos) contestar os critérios que os alemães usaram para definir quem seria um cidadão – e, como falarei mais profundamente na conclusão, este foi um truque para usar o princípio de forma distorcida. Mas, em essência, dar direitos e deverem iguais para todos os cidadãos é uma ação com o DNA da direita.
10. O primeiro dever de todo cidadão deve ser trabalhar mental ou fisicamente. Nenhum indivíduo fará qualquer trabalho que atente contra o interesse da comunidade para o benefício de todos.
Esquerda. Coletivismo em detrimento do individualismo é uma manifestação 100% esquerdista. Isso pode ser evidenciado na idéia obsessiva de Karl Marx da guerra de classes, em que ele visualizava grandes “blocos coletivos”, ao invés de indivíduos lutando por seus interesses.
11. Portanto, nós exigimos: Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.
Esquerda. E o discurso aqui é plenamente copiado de Karl Marx. Não é raro vermos esquerdistas reclamando de pessoas que são ricas por terem “recebido herança”, como se isso fosse algum pecado. Para alguém de direita, se alguém recebe uma herança é por que seus antepassados lutaram por algo para deixar aos filhos, e portanto algo lícito.
Quebrando as Algemas do Interesse
12. Como cada guerra impõe sobre o povo sacrifícios em sangue e bens valiosos, todo lucro pessoal proveniente da guerra deve ser tratado como traição ao povo. Nós portanto exigimos o confisco total de todos os lucros de guerra.
Esquerda. Sair culpando o lucro (independente de onde for) é obviamente uma iniciativa que tem como seu principal Messias a figura de Karl Marx. Logo, esquerda até a medula.
13. Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.
Esquerda. Adeptos do livre mercado, da direita, não pensam em nacionalização de empresas. Já esquerdistas, como pôde ser visto há poucos meses na Argentina da mandona Cristina Kirchner, adoram arrumar o primeiro pretexto que puderem para “nacionalizar” empresas.
14. Nós exigimos participação nos lucros em grandes indústrias.
Esquerda. Participação em lucros não é algo que deve ser exigido, mas conquistado através de acordos e mérito. Isso, é claro, no pensamento da direita. Já a esquerda…
15. Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada.
Esquerda. Pois quem é da direita já optaria pelas pensões oriundas da iniciativa privada.
16. Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários ao Estado, às províncias e municipalidades.
Esquerda. Isso é economia totalmente controlada pelo estado, com uma intervenção excessiva e até ações que poderíamos definir como tirânicas. É praticamente uma escravização do povo em prol do Estado.
17. Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.
Esquerda. E nem preciso dizer o motivo.
18. Nós exigimos que uma guerra dura seja travada contra aqueles que trabalham para o prejuízo do bem-estar comum. Traidores, usuários, aproveitadores, etc., serão punidos com morte, independente de credo ou raça.
Esquerda. Discurso de “bem-estar comum”? E o parangolé é sempre deste tipo. Quem não está “trabalhando para o  bem-comum” é um inimigo do povo, e portanto tudo pode ser feito contra ele. Esquerdistas sempre foram acostumados a pensar com tal carga de ódio contra os “inimigos da causa”. Quem é de direita, por sua vez, sabe que as pessoas não precisam lutar “pelo bem-comum”, mas por seu próprio bem, e, ao conseguir isso, por CONSEQUÊNCIA, estarão auxiliando a melhorar a vida dos outros, sendo até mais eficientes que os proponentes do “bem-comum”.
19. Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.
Esquerda. O ódio pelo Direito Romano vem da esquerda, não da direita. Quem é de direita sabe que as leis devem ser respeitadas e se algo não atende aos seus princípios, deve-se lutar para mudar as leis. O esquerdista pensa diferente, achando que, se é pela causa do lado dele, então não há problema em quebrar as leis.
20. A fim de tornar possível para todos os alemães capazes e industriosos obter educação mais elevada, e assim a oportunidade de alcançar posições de liderança, o Estado deve assumir a responsabilidade de organizar completamente todo o sistema cultural do povo. Os currículos de todos os estabelecimentos educacionais serão adaptados para a vida prática. A concepção da idéia do Estado (ciência de cidadania) deve ser ensinada nas escolas desde o início. Nós exigimos que crianças especialmente talentosas de pais pobres, quaisquer que sejam suas classes sociais ou ocupações, sejam educadas às custas do Estado.
Esquerda. Quanto mais escolas públicas, melhor para o esquerdista. Qual é o objetivo disso? Obviamente, usar o território da escola pública para doutrinação das crianças na ideologia do estado. Essa sempre foi uma plataforma esquerdista.  Para quem é da direita, seria melhor se o estado usasse bolsas de ensino para que os alunos pudessem buscar escolas privadas.
21. O Estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão de saúde nacional fornecendo centros de bem-estar maternal, proibindo trabalho infantil, aumentando aptidão física através da introdução de jogos compulsórios e ginástica, e pelo maior encorajamento possível de associações relacionadas com a educação física do jovem.
Esquerda. Aqui, como sempre, é o uso do estado como aquele que tem o “dever” de financiar o ensino. O motivo já está claro.
22. Nós exigimos a abolição do exército regular e a criação de um exército nacional (popular).
Esquerda. Jogar para a galera é especialidade de esquerdistas. Aliás, todos os ditadores de esquerda adoram dizer que o exército agora é um “exército do povo”. Um exemplo evidente está em Hugo Chavez. O populismo, como sempre, é uma das armas centrais da esquerda.
23. Nós exigimos que haja uma campanha legal contra aqueles que propaguem mentiras políticas deliberadas e disseminem-nas através da imprensa. A fim de tornar possível a criação de uma imprensa alemã, nós exigimos:
(a) Todos os editores e seus assistente em jornais publicados na língua alemã deverão ser cidadãos alemães.
(b) Jornais não-alemães deverão somente ser publicados com a permissão expressa do Estado. Eles não deverão ser publicado na língua alemã.
(c) Todos os interesses financeiros em, ou de qualquer forma afetando jornais alemães serão proibidos a não-alemães por lei, e nós exigimos que a punição por transgredir esta lei seja a imediata supressão do jornal e a expulsão dos não-alemães do Reich.
Jornais que transgridam o bem-estar comum serão suprimidos. Nós exigimos acão legal contra aquelas tendências na arte e literatura que tenham influência ruidosa sobre a vida do nosso povo, e que quaisquer organizações que que atentem contra as exigências agora mencionadas sejam dissolvidas.
Esquerda. Controlar a mídia está no DNA de todo esquerdista. Na Venezuela e Cuba, a mídia está completamente controlada, e o mesmo pode-se dizer do Equador. Na Argentina, a situação está caminhando a passos largos para a ditadura formal, e um símbolo dessa iniciativa foi a invasão do Clarin pelas forças do governo. No Brasil, a recente proposta do PNDH-3 visava controlar a mídia. Como se nota, o padrão esquerdista não muda. Desde os tempos de Stalin e Hitler, dois de seus mais cuidadosos representantes.
24. Nós exigimos liberdade para todas os credos religiosos no estado, à medida que eles não coloquem em risco a existência ou ofendam a moral e senso ético da raça germânica. O Partido como tal representa o ponto-de-vista de um cristianismo positivo sem ligar-se a qualquer credo particular. Ele luta contra o espírito judaico materialista internamente e externamente, e está convencido de que uma recuperação duradoura do nosso povo só pode vir de dentro, sobre o princípio: BEM COMUM ANTES DO BEM INDIVIDUAL
Esquerda. Bem comum antes do bem individual é uma das promessas da esquerda. Aliás, o cristianismo positivo é uma variação humanista do cristianismo, todo distorcido para se adaptar ao culto ao homem. Como o humanismo é uma das variações da esquerda, de novo essa plataforma do NSDAP entregou os nazistas como esquerdistas.
25. A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.
Esquerda. Estado, estado, estado…  nota-se que os nazistas cultuavam o estado até mais que o pessoal de Stalin.
Conclusão
Dos 25 pontos do partido alemão, 6 são neutros, 1 poderia ser chamado de centro-esquerda, 1 de direita, e os 17 restantes são plenamente esquerdistas. No único ponto que pode ser associado ao pensamento de direita (“9. Todos os cidadãos devem possuir iguais direitos e deveres.”), ele é tão óbvio que até os esquerdistas o entendem como algo facilmente assimilável, mas no caso dos nazistas eles usaram um truque. Como esquerdista gosta de privilegiar uma classe sobre outra (pelo pensamento da guerra de classes), eles acoplaram esse único princípio da direita, e definiram alguns como “não cidadãos”. Ora, aí fica fácil. Bastou a eles usarem um princípio da direita para remodelá-lo através de outros novos pontos que dêm um “bypass” no princípio.
O que importa é que de direita a plataforma do partido nazista não tem nada. Entretanto, especialmente do meio para o final, o que é vê é a essência do pensamento esquerdista, incluindo:
  • uso da guerra de classes
  • populismo
  • inchamento do estado
  • culto ao mesmo estado, é óbvio
  • limitação da atividade de imprensa
  • sistema de ensino público (para doutrinação no culto ao estado)
  • estatização de empresas
  • reforma agrária
  • ataque aos lucros das empresas
  • coletivismo, ao invés do individualismo
Qualquer pessoa honesta intelectualmente irá reconhecer que o nazismo não é um empreendimento de extrema-direita, mas de extrema-esquerda.
Por fim, fica claro que os marxistas sempre chamaram os nazistas de direita, pois Hitler se opôs a Stalin, embora tenha sido seu aliado em priscas eras. Entretanto, se opor à União Soviética não é o mesmo que se opor ao comunismo, e, mesmo que alguém fosse oponente ao comunismo, isso não implicaria em ser de direita (lembremos da rotina “Eu não sou comunista”). Entretanto, comunismo não é a única forma de esquerdismo, e nem a União Soviética era a única forma de comunismo. Unicamente por confusões (a meu ver, propositais) deste tipo, é que alguns ainda acham que nazismo é de direita.
Por tudo que está demonstrado aqui, da próxima vez que algum marxista lhe taxar de “nazista” por ser contra as idéias esquerdistas, mostre-lhe um link para esta matéria, e veja que, de acordo com o que os próprios nazistas afirmaram, ser nazista é ser de esquerda. Ou melhor, extrema-esquerda. É por isso que estou legitimado a colocar todas as genocídios da União Soviética, do Cambodja, da China e da Alemanha Nazista na CONTA DA ESQUERDA.
Uma cena que eu gostaria de acompanhar é um diálogo no qual o esquerdista chega dizendo: “Você não apóia minhas idéias, pois é um nazista”, recebendo o coice a seguir: “Não, eu não sou nazista, pois não sou da tua turma”, seguido da citação à plataforma do Partido Nazista.
E não tenha dó deles no debate. Eles merecem essa humilhação. As vítimas que eles já causaram (e ainda estão por causar) justifica essa patada.

Fonte - http://liberdadeeconomica.com/home/2013/06/01/ana-caroline-esta-sim-e-uma-professora-de-historia/ 

3 comentários:

Anônimo disse...

Muito Obrigado pelo artigo, essa professora merece todo o apoio da população, esses comunistas tem algum ressentimento de algo e se fizerem algo a ela merecem sofrer represálias.

Israelcoelhofn Araujo disse...

Parabéns belíssima apresentação nem!!!

Anônimo disse...

Muito bom! Apesar de óbvias as semelhanças, é importante uma análise mais metodológica, para confrontar a hipocrisia dominante.