As obras aqui publicadas podem não ser inteiramente ficcionais, podendo corresponder ao comportamento ou opinião pessoal de seus autores. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais será mera coincidência?

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Patria de terroristas.


Brasil. Pátria de terroristas.
Existe algo de estranho no ar, meio pútrido quando um Ministro da Justiça insiste em dar guarida ao um condenado terrorista italiano (Cesare Battisti). A empatia do Ministro e de alguns outros da chamada esquerda com pessoas que cometeram este tipo de crime deveria impressionar mais as pessoas de bem.
Porque a dificuldade de se admitir que o grupo Farc da Colômbia era terrorista?
Por que foi negado o asilo político a dois jovens atletas cubanos na época do PAN? Será porque nosso governo é apoiador da ditadura de Cuba?
O Senhor Ministro da Justiça quis há pouco ressuscitar a Lei de Anistia só que questionando sua abrangência, alegando que certos “crimes” são imprescritíveis como a tortura. Ora bolas, da mesma forma que a tortura é imprescritível, os atos terroristas também o são. E estes resultaram em vítimas inocentes que ninguém fala. Onde estão os nossos mutilados ou mortos inocentemente pelas ações ditas “libertadoras” para que identifiquem seus algozes, aqueles que cometeram atos de terror.
Quem eram estes senhores no passado e quais os seus interesses? Qual a trajetória? Se forem honestos nos seus pontos de vista verão porque dissidentes cubanos não têm guarida por aqui só os terroristas.
Não esquecem que as Farc foi promovida de grupo terrorista para partido político (tudo que sempre quis). Em breve será o Hamas e tantos outros que usam estratégia de guerra de 4ª. Geração. Daí para o poder quem sabe mais uns 15 a 20 anos (já vimos isso acontecer).
Acreditem, isso não é nenhuma apologia à direita. Penso que é um desrespeito ao estado de direito democrático de um país livre e soberano como a Itália, que gozando de todas as prerrogativas liberais teve acordos vilipendiados por um ministro, que calçado na nossa confusa lei, arrisca nossa credibilidade enquanto assinante de acordos e tratados internacionais.
É questão de identificação. Não se pode reconhecer o outro como diferente, sendo igual a ele.
Diferente do governo brasileiro, o italiano está responsabilizando os terroristas por seus atos.
José Lamartine Neto

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