sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A mentalidade da esquerda e seus estragos sobre os mais pobres

A mentalidade da esquerda e seus estragos sobre os mais pobres
por , sexta-feira, 9 de agosto de 2013


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Quando adolescentes criminosos e assassinos são rotulados de "jovens problemáticos" por pessoas que se identificam como sendo de esquerda, isso nos diz mais sobre a mentalidade da própria esquerda do que sobre esses criminosos violentos propriamente ditos.
Raramente há alguma evidência de que os criminosos sejam meramente 'problemáticos', e frequentemente abundam evidências de que eles na realidade estão apenas se divertindo enormemente ao cometer seus atos criminosos sobre terceiros.


Por que então essa desculpa já arraigada?  Por que rotular adolescentes criminosos de "jovens problemáticos" e supor que maníacos homicidas são meros "doentes"?


Pelo menos desde o século XVIII a esquerda vem se esforçando para não lidar com o simples fato de que a maldade existe — que algumas pessoas simplesmente optam por fazer coisas que elas sabem de antemão serem erradas.  Todo o tipo de desculpa, desde pobreza até adolescência infeliz, é utilizada pela esquerda para explicar, justificar e isentar a maldade. 

Todas as pessoas que saíram da pobreza ou que tiveram uma infância infeliz, ou ambas, e que se tornaram seres humanos decentes e produtivos, sem jamais praticarem atos violentos, são ignoradas pela esquerda, que também ignora o fato de que a maldade independe da renda e das origens, uma vez que ela também é cometida por gente criada na riqueza e no privilégio, como reis, conquistadores e escravocratas.

Logo, por que a existência do mal sempre foi um conceito tão difícil para ser aceito por muitos da esquerda?  O objetivo básico da esquerda sempre foi o de mudar as condições externas da humanidade.  Mas e se o problema for interno?  E se o verdadeiro problema for a perversidade dos seres humanos?

Rousseau negou esta hipótese no século XVIII e a esquerda a vem negando desde então.  Por quê?  Autopreservação.  Afinal, se as coisas que a esquerda quer controlar — instituições e políticas governamentais — não são os fatores definidores dos problemas do mundo, então qual função restaria à esquerda?

E se fatores como a família, a cultura e as tradições exercerem mais influência positiva do que as novas e iluminadas "soluções" governamentais que a esquerda está constantemente inventando?  E se a busca pelas "raízes da criminalidade" não for nem minimamente tão eficaz quanto retirar criminosos de circulação?  As estatísticas ao redor do mundo mostram que as taxas de homicídio estavam em declínio durante as décadas em que vigoravam as velhas e tradicionais práticas tão desdenhadas pela intelligentsia esquerdista.  Já quando as novas e brilhantes ideias da esquerda ganharam influência, no final da década de 1960, a criminalidade e violência urbana dispararam.

O que houve quando ideias antiquadas sobre sexo foram substituídas, ainda na década de 1960, pelas novas e brilhantes ideias da esquerda, as quais foram introduzidas nas escolas sob a alcunha de "educação sexual" e que supostamente deveriam reduzir a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis?  Tanto a gravidez na adolescência quanto as doenças sexualmente transmissíveis vinham caindo havia anos.  No entanto, esta tendência foi subitamente revertida na década de 1960 e atingiu recordes históricos.

Desarmamento

Uma das mais antigas e mais dogmáticas cruzadas da esquerda é aquela em prol do desarmamento.  Aqui, novamente, o enfoque está nas questões externas — no caso, nas armas.

Se as armas de fato fossem o problema, então leis de controle de armas poderiam ser a resposta.  Mas se o verdadeiro problema são aquelas pessoas malvadas que não se importam com a vida de outras pessoas — e nem muito menos para as leis —, então o desarmamento, na prática, fará apenas com que pessoas decentes e cumpridoras da lei se tornem ainda mais vulneráveis perante pessoas perversas.
Dado que a crença no desarmamento sempre foi uma grande característica da esquerda desde o século XVIII, em todos os países ao redor do mundo, seria de se imaginar que, a esta altura, já haveria incontáveis evidências dando sustentação a esta crença.  No entanto, evidências de que o desarmamento de fato reduz as taxas de criminalidade em geral, ou as taxas de homicídio em particular, raramente são mencionadas por defensores do controle de armas.  Simplesmente se pressupõe, de passagem, que é óbvio que leis mais rigorosas de controle de armas irão reduzir os homicídios e a criminalidade.

No entanto, a crua realidade não dá sustento a esta pressuposição.  É por isso que são os críticos do desarmamento que se baseiam em evidências empíricas, todas elas magnificamente coletadas nos livros "More Guns, Less Crime", de John Lott, e "Guns and Violence", de Joyce Lee Malcolm. [Veja nossos artigos sobre desarmamento].  Mas que importância têm os fatos perante a visão inebriante e emotiva da esquerda?

Pobres

A esquerda sempre se arrogou a função de protetora dos "pobres".  Está é uma de suas principais reivindicações morais para adquirir poder político.  Porém, qual a real veracidade desta alegação?
É verdade que líderes de esquerda em vários países adotaram políticas assistencialistas que permitem aos pobres viverem mais confortavelmente em sua pobreza.  Mas isso nos leva a uma questão fundamental: quem realmente são "os pobres"?

Se você se baseia em uma definição de pobreza inventada por burocratas, como aquela que inclui um número de indivíduos ou de famílias abaixo de algum nível de renda arbitrariamente estipulado pelo governo, então realmente é fácil conseguir estatísticas sobre "os pobres".  Elas são rotineiramente divulgadas pela mídia e gostosamente adotadas por políticos.  Mas será que tais estatísticas têm muita relação com a realidade?

Houve um tempo em que "pobreza" tinha um significado concreto — uma quantidade insuficiente de comida para se manter vivo, ou roupas e abrigos incapazes de proteger um indivíduo dos elementos da natureza.  Hoje, "pobreza" significa qualquer coisa que os burocratas do governo, que inventam os critérios estatísticos, queiram que signifique.  E eles têm todos os incentivos para definir pobreza de uma maneira que abranja um número suficientemente alto de pessoas, pois isso justifica mais gastos assistencialistas e, consequentemente, mais votos e mais poder político.
Em vários países do mundo, não são poucas as pessoas que são consideradas pobres, mas que, além de terem acesso a vários bens de consumo que outrora seriam considerados luxuosos — como televisão, computador e carro —, são também muito bem alimentadas (em alguns casos, até mesmo apresentam sobrepeso).  No entanto, uma definição arbitrária de palavras e números concede a essas pessoas livre acesso ao dinheiro dos pagadores de impostos.

Esse tipo de "pobreza" pode facilmente vir a se tornar um modo de vida, não apenas para os "pobres" de hoje, mas também para seus filhos e netos.

Mesmo quando esses indivíduos classificados como "pobres" têm o potencial de se tornar membros produtivos da sociedade, a simples ameaça de perder os benefícios assistencialistas caso consigam um emprego funciona como uma espécie de "imposto implícito" sobre sua renda futura, imposto este que, em termos relativos, seria maior do que o imposto explícito que incide sobre o aumento da renda de um milionário.

Em suma, as políticas assistencialistas defendidas pela esquerda tornam a pobreza mais confortável ao mesmo tempo em que penalizam tentativas de se sair da pobreza.  Exceto para aqueles que acreditam que algumas pessoas nascem predestinadas a serem pobres para sempre, o fato é que a agenda da esquerda é um desserviço para os mais pobres, bem como para toda a sociedade.  Ao contrário do que outros dizem, a enorme quantia de dinheiro desperdiçada no aparato burocrático necessário para gerenciar todas as políticas sociais não é nem de longe o pior problema dessa questão.

Se o objetivo é retirar pessoas da pobreza, há vários exemplos encorajadores de indivíduos e de grupos que lograram este feito, e nos mais diferentes países do mundo.

Milhões de "chineses expatriados" emigraram da China completamente destituídos e quase sempre iletrados.  E isso ocorreu ao longo dos séculos.  Independentemente de para onde tenham ido — se para outros países do Sudeste Asiático ou para os EUA —, eles sempre começaram lá embaixo, aceitando empregos duros, sujos e frequentemente perigosos.

Mesmo sendo frequentemente mal pagos, estes chineses expatriados sempre trabalhavam duro e poupavam o pouco que recebiam.  Era uma questão cultural.  Vários deles conseguiram, com sua poupança, abrir pequenos empreendimentos comerciais.  Por trabalharem longas horas e viverem frugalmente, eles foram capazes de transformar pequenos negócios em empreendimentos maiores e mais prósperos.  Eles se esforçaram para dar a seus filhos a educação que eles próprios não conseguiram obter.

Já em 1994, os 57 milhões de chineses expatriados haviam criado praticamente a mesma riqueza que o bilhão de pessoas que viviam na China.

Variações deste padrão social podem ser encontradas nas histórias de judeus, armênios, libaneses e outros emigrantes que se estabeleceram em vários países ao redor do mundo — inicialmente pobres, foram crescendo ao longo de gerações até atingirem a prosperidade.  Raramente recorreram ao governo, e quase sempre evitaram a política ao longo de sua ascensão social.

Tais grupos se concentraram em desenvolver aquilo que economistas chamam de "capital humano" — seus talentos, habilidades, aptidões e disciplina.  Seus êxitos frequentemente ocorreram em decorrência daquela palavra que a esquerda raramente utiliza em seus círculos refinados: "trabalho".
Em praticamente todos os grupos sociais e étnicos, existem indivíduos que seguem padrões similares para ascenderem da pobreza à prosperidade.  Mas o número desses indivíduos em cada grupo faz uma grande diferença para a prosperidade ou a pobreza destes grupos como um todo.

A agenda da esquerda — promover a inveja e o ressentimento ao mesmo tempo em que vocifera exigindo ter "direitos" sobre o que outras pessoas produziram — é um padrão que tem se difundido em vários países ao redor do mundo.

Esta agenda raramente teve êxito em retirar os pobres da pobreza.  O que ela de fato logrou foi elevar a esquerda a cargos de poder e a posições de autoexaltação — ao mesmo tempo em que promovem políticas com resultados socialmente contraproducentes.

A arrogância

É difícil encontrar um esquerdista que ainda não tenha inventado uma nova "solução" para os "problemas" da sociedade.  Com frequência, tem-se a impressão de que existem mais soluções do que problemas.  A realidade, no entanto, é que vários dos problemas de hoje são resultado das soluções de ontem.

No cerne da visão de mundo da esquerda jaz a tácita presunção de que pessoas imbuídas de elevados ideais e princípios morais — como os esquerdistas — sabem como tomar decisões para outras pessoas de forma melhor e mais eficaz do que estas próprias pessoas.

Esta presunção arbitrária e infundada pode ser encontrada em praticamente todas as políticas e regulamentações criadas ao longo dos anos, desde renovação urbana até serviços de saúde.  Pessoas que nunca gerenciaram nem sequer uma pequena farmácia — muito menos um hospital — saem por aí jubilosamente prescrevendo regras sobre como deve funcionar o sistema de saúde, impondo arbitrariamente seus caprichos e especificidades a médicos, hospitais, empresas farmacêuticas e planos de saúde.

Uma das várias cruzadas internacionais empreendidas por intrometidos de esquerda é a tentativa de limitar as horas de trabalho de pessoas de outros países — especialmente países pobres — em empresas operadas por corporações multinacionais.  Um grupo de monitoramento internacional se autoatribuiu a tarefa de garantir que as pessoas na China não trabalhem mais do que as legalmente determinadas 49 horas por semana.

Por que grupos de monitoramento internacional, liderados por americanos e europeus abastados, imaginam ser capazes de saber o que é melhor para pessoas que são muito mais pobres do que eles, e que possuem muito menos opções, é um daqueles insondáveis mistérios que permeiam a intelligentsia.

Na condição de alguém que saiu de casa aos 17 anos de idade, sem ter se formado no colégio, sem experiência no mercado de trabalho, e sem habilidades específicas, passei vários anos de minha vida aprendendo da maneira mais difícil o que realmente é a pobreza.  Um dos momentos mais felizes durante aqueles anos ocorreu durante um breve período em que trabalhei 60 horas por semana — 40 horas entregando telegramas durante o dia e 20 horas trabalhando meio período em uma oficina de usinagem à noite.

Por que eu estava feliz?  Porque antes de encontrar estes dois empregos eu havia gasto semanas procurando desesperadamente qualquer emprego.  Minha escassa poupança já havia evaporado e chegado literalmente ao meu último dólar quando finalmente encontrei o emprego de meio período à noite em uma oficina de usinagem.

Passei vários dias tendo de caminhar vários quilômetros da pensão em que morava no Harlem até a oficina de usinagem, que ficava imediatamente abaixo da Ponte do Brooklyn, e tudo para poupar este último dólar para poder comprar pão até finalmente chegar o dia de receber meu primeiro salário.
Quando então encontrei um emprego de período integral — entregar telegramas durante o dia —, o salário somado dos dois empregos era mais do que tudo que eu já havia ganhado antes.  Foi só então que pude pagar a pensão, comer e utilizar o metrô para ir ao trabalho e voltar.

Além de tudo isso, ainda conseguia poupar um pouco para eventuais momentos difíceis.  Ter me tornado capaz de fazer isso era, para mim, o mais próximo do nirvana a que já havia chegado.  Para a minha sorte, naquela época não havia nenhum intrometido de esquerda querendo me impedir de trabalhar mais horas do que eu gostaria.

Havia um salário mínimo, mas, como o valor deste havia sido estipulado em 1938, e estávamos em 1949, seu valor já havia se tornado insignificante em decorrência da inflação.  Por causa desta ausência de um salário mínimo efetivo, o desemprego entre adolescentes negros no ano de 1949, que foi um ano de recessão, era apenas uma fração do que viria a ser até mesmo durante os anos mais prósperos desde a década de 1960 até hoje.

À medida que os moralmente ungidos passaram a elevar o salário mínimo, a partir da década de 1950, o desemprego entre os adolescentes negros disparou.  Hoje, já estamos tão acostumados a taxas tragicamente altas de desemprego neste grupo, que várias pessoas não fazem a mais mínima ideia de que as coisas nem sempre foram assim — e muito menos que foram as políticas da esquerda intrometida que geraram tais consequências catastróficas.

Não sei o que teria sido de mim caso tais políticas já estivessem em efeito em 1949 e houvessem me impedido de encontrar um emprego antes de meu último dólar ser gasto.

Minha experiência pessoal é apenas um pequeno exemplo do que ocorre quando suas opções são bastante limitadas.  Os prósperos intrometidos da esquerda estão constantemente promovendo políticas — como encargos sociais e trabalhistas — que reduzem ainda mais as poucas opções existentes para os pobres.  Quando não reduzem empregos, tais políticas afetam sobremaneira seus salários.

Parece que simplesmente não ocorre aos intrometidos que as corporações multinacionais estão expandindo as opções para os pobres dos países do terceiro mundo, ao passo que as políticas defendidas pela esquerda estão reduzindo suas opções.

Os salários pagos pelas multinacionais nos países pobres normalmente são muito mais altos do que os salários pagos pelos empregadores locais.  Ademais, a experiência que os empregados ganham ao trabalhar em empresas modernas transforma-os em mão-de-obra mais valiosa, e fez com que na China, por exemplo, os salários passassem a subir a porcentagens de dois dígitos anualmente.

Nada é mais fácil para pessoas diplomadas do que imaginar que elas sabem mais do que os pobres sobre o que é melhor para eles próprios.  Porém, como alguém certa vez disse, "um tolo pode vestir seu casaco com mais facilidade do que se pedisse a ajuda de um homem sábio para fazer isso por ele".

Thomas Sowell , um dos mais influentes economistas americanos, é membro sênior da Hoover Institution da Universidade de Stanford.  Seu website: www.tsowell.com.

Tradução de Leandro Roque


Fonte - http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1662

Uma única lição de economia - FLAVIO MORGENSTERN

Uma única lição de economia
POR FLAVIO MORGENSTERN · 28/08/2012 ·


Se fosse possível escolher uma única lição de economia a ser ensinada para todos os não-economistas, sobretudo as pessoas que rejeitam o liberalismo sem o conhecer (os esquerdistas, social-democratas, socialistas, marxistas, intervencionistas etc), escolheria a seguinte: o estado natural do homem é a pobreza, não a riqueza.

Aparentemente banal, tal verdade é ignorada ou mesmo invertida pela maioria absoluta das análises políticas, econômicas, morais e filosóficas. Sobretudo as opiniões cotidianas mais apressadas e menos estudadas.

Quando se critica o liberalismo (ou o apelido faceto que Marx deu à filosofia da liberdade: capitalismo), sempre são ouvidas as mesmas palavras: é um sistema de desigualdade e exploração.

A primeira crença é verdadeira, mas colocada de forma errada. A palavra “desigualdade” é preferida pelos não-liberais por sua carga psicologicamente negativa. O chiste é aceito equivocadamente por liberais: não apenas o prefixo des- é uma negação, como costuma indicar uma posterioridade temporal, como se tivesse existido um agradável momento de igualdade anterior ao surgimento do liberalismo, por ele então destruído.

No que a crença tem de verdadeira, tem de repudiável. Se houve tal “igualdade” anterior ao liberalismo, era uma péssima igualdade, em que todos são igualmente pobres.

Origem da riqueza

“A primeira lei da economia é a escassez. A primeira lei da política é ignorar a primeira lei da economia.” – Thomas Sowell

Uma das primeiras obras da humanidade a tratar do tema foi O Trabalho e os Dias, de Hesíodo (???? ??? ??????, cerca de 700 a.C.), em que o problema da escassez aparece pela primeira vez. Murray Rothbard afirma corretamente que Hesíodo foi o primeiro economista, em Economic Thought Before Adam Smith. Hesíodo, dando lições de agricultura a seu irmão preguiçoso, descreve sua pequena comunidade rural como um “lugar triste… ruim no inverno, duro no verão, nunca bom”. Há um vasto abismo entre os desejos infinitos de um homem e os recursos de que o mundo dispõe para satisfazê-lo.

Novamente, recaímos de cara com o óbvio quando assim exposto, mas completamente ignorado ou invertido pelo pensamento antiliberal.

Dependendo apenas da terra e buscando entender as leis naturais de funcionamento do mundo (os dias, as estações, as técnicas de agricultura, o entendimento com os deuses), Hesíodo encara uma existência de trabalho árduo, enquanto seu irmão, que julga ser obrigação do primogênito trabalhar por ele, apenas exige o trabalho alheio.

Como o famoso slogan de Marx, o irmão de Hesíodo parece acreditar que a cada um o trabalho deve ser exigido de acordo com sua capacidade, mas os frutos do trabalho devem ser “distribuídos” de acordo com a sua necessidade. Sem um programa adequado (o lema é apenas um slogan, afinal), sem uma definição mínima do que seria “necessidade”, recaímos no mais brutal e inseguro totalitarismo, como bem viu e sentiu Ayn Rand, retratando o resultado brilhantemente em seu romance A Revolta de Atlas (muito bem apresentado por Rodrigo Constantino, em A Fábrica da Inveja).

(Curiosamente, este é um fator que a esquerda, assim que se converteu ao “progressismo” e ao “politicamente correto”, entendeu bem nas relações humanas sem bens imateriais: não se deve exigir algo do corpo de alguém à força – por isso a grita do movimento feminista em manifestações como a Marcha das Vadias. Todavia, a esquerda ignora completamente as mesmas premissas que tenta ensinar quando se trata de bens frutos do trabalho alheio.)

Na verdade, o que o preguiçoso irmão de Hesíodo (e Marx e toda a tradição esquerdista, incluindo a não-marxista) ignora é que a riqueza não existe na terra ou no ar como algo que alguém simplesmente toma para si: ela é criada, e criada através do trabalho. Os componentes para todas as conquistas tecnológicas e civilizatórias sempre existiram na natureza. Sem o engenho humano, o trabalho criativo (que, ignorado pela teoria marxista – em si um trabalho criativo – faz com que o trabalho manual possa produzir mais e/ou em menor tempo), a matéria-prima tem pouco valor. A matéria-prima da última revolução tecnológica foi o silício: o segundo elemento mais comum na superfície terrestre.

Se a riqueza é criada, é natural que a “desigualdade” surja a partir do momento em que alguém cria algo vantajoso (e por isso desejável). No princípio, todos precisam plantar grão por grão. Assim que uns poucos criam a irrigação, é vantajoso que o fenômeno chamado “desigualdade” passe a ocorrer – mas é apenas assim denominado comparando-se o indivíduo ou grupo criador com aqueles que não conhecem o progresso ou riqueza criados. O fenômeno sociológico é descrito com palavras depreciativas como se o enriquecimento, então, fosse algo ruim, imoral, digno de culpa. Simplesmente porque o que alguém cria não é então multiplicado por mágica a todos (e este é o ponto em que Ayn Rand nota semelhanças entre Marx e Cristo).

De Rousseau comparando a moral do bom selvagem com os vícios da França absolutista ao intervencionismo econômico com vias a “redistribuir” renda como se toda desigualdade fosse culposa, este é o princípio que distancia a visão social de mundo de um correto entendimento da realidade.

O homem e o trabalho

“Você pode imaginar um sistema político tão radical que torne mais de 20% dos mais pobres da população nos 20% mais ricos, ao invés de mantê-los no programa de ajuda aos pobres em uma década? Você não precisa imaginar. Chama-se Estados Unidos da América.” – Thomas Sowell

O segundo adjetivo que imputam ao liberalismo é a pecha de ser um sistema explorador. Decorrente do primeiro equívoco, esta crença, ao contrário da primeira, é completamente falsa.

Crendo ainda que a riqueza simplesmente existe no mundo, sem ter sido artificialmente criada pelo engenho humano, ao voltar os olhos para o passado, os sistemas de pensamento social supõem que os primeiros homens viviam no melhor dos mundos, compartilhando toda a riqueza, até que alguns poucos, provavelmente os mais fortes, tomaram a riqueza para si e, egoisticamente, não quiseram compartilhá-la com seus semelhantes.

Este é o famoso mito do jogo de soma zero, o dogma de que, estando toda a riqueza concentrada nas mãos de uns poucos, e nunca sendo criada, resta apenas distribuí-la. Adicionalmente, crê-se que os “ricos” (em qualquer sentido) apenas são ricos por terem, num passado muito remoto, usado de força para tomar tal riqueza, “explorando” os pobres para tomarem seu quinhão, deixando-os mais pobres no processo.

É como se no mundo existissem sempre 100 moedas de ouro, e se, entre 100 pessoas, alguém possui mais de uma moeda, foi por ter “roubado” do outro. Daí a ojeriza da esquerda pela propriedade privada, crendo que ela, originalmente, foi um “roubo”. A conclusão inapelável e inescapável desta fé é que, como um roubo é um crime imoral e em tempos passados a injustiça da desigualdade teria surgido através da força, é completamente legítimo e o único caminho possível para a correção jurídica o uso inverso (e exagerado) da força contra os indivíduos da “velha” sociedade – seja através da revolução (marxismo-socialismo), seja através da intervenção (social-democracia), que, apesar de não pregar a morte dos “traidores”, ainda usa a força do estado para tomar à força riqueza produzida da população.

O credo sempre aponta para uma utopia futura em que se busca atingir um paraíso vislumbrado num passado mitológico, de onde toda a humanidade apenas teria “decaído” (curiosamente, também um tema de Hesíodo). Como definido por Giacomo Leopardi, a felicidade sempre se encontra no passado ou no futuro, jamais no presente. Crendo numa versão imoral disso, o socialismo sempre pede sacrifícios à sua população e mais trabalho centralizado pelo estado, supondo um futuro glorioso – enquanto culpa o liberalismo por erros no liberalismo (ou erros antiliberais que ocorrem em sistemas de mercado).

Todavia, Giacomo Leopardi entende que a infelicidade é o estado natural do homem. Em Diálogo entre um Físico e um Metafísico, o metafísico prospecta que vida e infelicidade nunca se separam. A criação da felicidade é antinatural, uma novidade de tempos recentes. Ortega y Gasset, ao definir a sociedade das massas jogadas entre totalitarismos no séc. XX, lembra que o povo passa a considerar que os objetos da civilização são naturais e “dados” ou “tomados” por aí. Um carro, passa a pensar um homem que pode até vir a ser um intelectual, é um fruto da natureza, como se nascesse de uma árvore remota.

Se a fé da riqueza estanque possuísse credibilidade, não haveria crescimento econômico, nem diferenciação no PIB que não passasse exatamente para outro país. Com mais pessoas compartilhando a mesma riqueza, bastaria haver menos pessoas e o reino da igualdade seria mais próximo por mera diminuição da disputa. Os homens das cavernas, raros que compartilhavam o mundo inteiro, seriam muito mais ricos do que Bill Gates. Mesmo não tendo papel higiênico, telefone ou um computador para sua qualidade de vida. Em contraposição, o surgimento do liberalismo permitiu que uma população mundial fixa, marcada por mortes precoces e guerras, através das trocas livres duplicasse seu número aritmeticamente em 126 anos, depois em 33, em 13, 12 e até 11 anos.

O liberal não deixa de ser o pessimista social. O incréu das utopias, embora também existam as utopias liberais. Porém, é justamente o liberalismo que permite o enriquecimento dos pobres, muitas vezes estrondosamente rápido (a Coreia do Sul era um país mais pobre do que o Haiti na década de 50, e hoje sua classe baixa usa os carros que, importados no Brasil, apenas a elite da elite sonha em exibir). Isto se dá porque a riqueza criada é obrigatoriamente compartilhada. Alguém que crie um sistema que produza mais pizzas em menos tempo, e/ou a menor custo, mesmo que não queira, irá garantir mais riqueza para seus próximos – e por isso a ascensão da “burguesia” e do liberalismo se dá pelo comércio, a troca livre, sem coação. É a antiga díade entre Hermes, deus do comércio e das viagens, e Héstia, deusa do lar, familiar, sagrado e impenetrável.

Tão somente compreendendo que o estado natural do homem é a pobreza, e não a riqueza, pode-se compreender num esboço simples todos os erros de cálculo, método e objetivo dos críticos do liberalismo e do mercado. E através desta compreensão pode-se também contemplar melhorias que tornem o sistema que mais enriqueceu pessoas no mundo de maneira a recompensar cada vez mais os comportamentos mais justos.

SOBRE O AUTOR

Flavio Morgenstern é tradutor, redator e analista de mídia.

fonte - http://www.ordemlivre.org/2012/08/uma-unica-licao-de-economia/

domingo, 27 de outubro de 2013

JORNALISTA DIZ QUE MENTIU POR 30 ANOS SOBRE A TORTURA

OPINIÃO DE PRIMEIRA: DÁ PRA ACREDITAR? 

JORNALISTA DIZ QUE MENTIU POR 30 ANOS SOBRE A TORTURA

O longo texto de Miriam, dizendo que foi orientada a mentir durante anos e que a maioria dos que se dizem torturados nunca foram sequer tocados na prisão, é uma verdadeira bomba atômica no discurso de tantas pessoas, que hoje são tratadas quase como heróis e heroínas, pelo que teriam sofrido nos porões da ditadura.
Um choque para o Brasil, uma bomba que preferiríamos, nunca viesse a público, surge agora, na imprensa brasileira. É uma confissão. Feita pela jornalista Miriam Macedo (foto). Três décadas depois, ela, que durante anos denunciou que foi torturada e assistiu torturas em prisões da ditadura militar, escreveu simplesmente: “Menti descaradamente durante 30 anos!”. 

O relato, feito em seu blog (blogdemirianmacedo.blogspot.com), é inacreditável. 

Ela escreveu: “Que teve gente que padeceu, é claro que teve. Mas alguém acha que todos nós que saíamos da cadeia contando que tínhamos sido barbaramente torturados falávamos a verdade? Não, não é verdade. Noventa e nove por cento das barbaridades e torturas eram pura mentira! Por Deus, nós sabemos disto! Ninguém apresentava a marca de um beliscão no corpo. Éramos barbaramente torturados e ninguém tinha uma única mancha roxa para mostrar! Sei, técnica do torturadores... Não, técnica de torturado, ou seja, mentira. Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: ´quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre". 

Miriam, até com alguma ironia, diz que a confissão é sua contribuição para a Comissão da Verdade, instalada para trazer à luz os milhares de casos denunciados de tortura durante a terrível ditadura militar.
O longo texto de Miriam, dizendo que foi orientada a mentir durante anos e que a maioria dos que se dizem torturados nunca foram sequer tocados na prisão, é uma verdadeira bomba atômica no discurso de tantas pessoas, que hoje são tratadas quase como heróis e heroínas, pelo que teriam sofrido nos porões da ditadura. “Era mentira? Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tinha-nos ensinado o que fazer”, concluiu a jornalista no confessionário público. E agora?
CASOS CONCRETOS
O caso agora denunciado pela jornalista Miriam Macedo, certamente é uma exceção. Há documentos e testemunhos não só de torturados como até de torturados, contando o que acontecia a muita gente nos porões das prisões durante os governos militares. Mas é importante que tudo seja esclarecido. A Comissão da Verdade tem obrigação de chamar a jornalista para depor, até para demonstrar sua imparcialidade. Houve tortura no Brasil? Claro que houve. Mas houve e ainda há muita história contada por pseudos heróis, que na verdade amarelavam e denunciavam companheiros antes mesmo de sofrerem alguma ameaça.


A verdade: eu menti.

por Mírian Macedo
domingo, 5 de junho de 2011



       Eu, de minha parte, vou dar uma contribuição à Comissão da Verdade, e contar tudo: eu era uma subversivazinha medíocre e, tão logo fui aliciada, já caí (jargão entre militantes para quem foi preso), com as mãos cheias de material comprometedor.    
       Despreparada e festiva, eu não tivera nem o cuidado de esconder os exemplares  d'A Classe Operária, o jornal da organização clandestina a que eu pertencia (a AP-ML, aliada ao PC do B, linha maoísta, a mesma que fazia a Guerrilha do Araguaia, no Pará).
       Os jornais estavam enfiados no meio dos meus livros numa estante, daquelas improvisadas, de tijolos e tábuas, que existiam em todas as repúblicas de estudantes, em Brasília naquele ano de 1973.
       Já relatei o que eu fazia como militante*. Quase nada. A minha verdadeira ação revolucionária foi outra, esta sim, competente, profícua, sistemática: MENTI DESCARADAMENTE DURANTE QUASE 40 ANOS!*. (O primeiro texto fala em 30 anos. Eu fui fazer as contas, são quase 40 anos, desde que comecei a mentir sobre os 'maus tratos'. Façam as contas, fui presa em 20 de junho de 73. Em 2013, terão se passado 40 anos.)
       Repeti e escrevi a mentira de que eu tinha tomado choques elétricos (por pudor, limitei-me a dizer que foram poucos, é verdade), que me deram socos e empurrões, interrogaram-me com luzes fortes, que me ameaçaram de estupro quando voltava à noite dos interrogatórios no DOI-CODI para o PIC e que eu passava noites ouvindo "gritos assombrosos" de outros presos sendo torturados (aconteceu uma única vez, por pouquíssimos segundos: ouvi gritos e alguém me disse que era minha irmã sendo torturada. Os gritos cessaram - achei, depois, que fosse gravação - e minha irmã, que também tinha sido presa, não teve um único fio de cabelo tocado).
       Eu também menti dizendo que meus algozes, diversas vezes, se divertiam jogando-me escada abaixo, e, quando eu achava que ia rolar pelos degraus, alguém me amparava (inventei um 'trauma de escadas", imagina). A verdade: certa vez, ao descer as escadas até a garagem no subsolo do Ministério do Exército, na Esplanada dos Ministérios, onde éramos interrogados, alguém me desequilibrou e outro me segurou, antes que eu caísse.
       Quanto aos 'socos e empurrões' de que eu dizia ter sido alvo durante os dias de prisão, não houve violência que chegasse a machucar; nada mais que um gesto irritado de qualquer dos inquisidores; afinal, eu os levava à loucura, com meu enrolation. Eu sou rápida no raciocínio, sei manipular as palavras, domino a arte de florear o discurso. Um deles repetia sempre: "Você é muito inteligente. Já contou o pré-primário. Agora, senta e escreve o resto".
       Quem, durante todos estes anos, tenha me ouvido relatar aqueles 10 dias em que estive presa, tinha o dever de carimbar a minha testa com a marca de "vítima da repressão". A impressão, pelo relato, é de que aquilo deve ter sido um calvário tão doloroso que valeria uma nota preta hoje, os beneficiados com as indenizações da Comissão da Anistia sabem do que eu estou falando. Havia, sim, ameaças, gritos, interrogatórios intermináveis e, principalmente, muito medo (meu, claro).
       Torturada?! Eu?! Ma va! As palmadas que dei em meus filhos podem ser consideradas 'tortura inumana' se comparadas ao que (não) sofri nas mãos dos agentes do DOI-CODI.
       Que teve gente que padeceu, é claro que teve.  Mas alguém acha que todos nós que saíamos da cadeia contando que tínhamos sido 'barbaramente torturados' falávamos a verdade?
       Não, não é verdade. A maioria destas 'barbaridades e torturas' era pura mentira! Por Deus, nós sabemos disto! Ninguém apresentava a marca de um beliscão no corpo. Éramos 'barbaramente torturados' e ninguém tinha uma única mancha roxa para mostrar! Sei, técnica de torturadores. Não, técnica de 'torturado', ou seja, mentira. Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: "quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre." Quem conta isto é o coronel Brilhante Ustra, em entrevista** sobre seu livro A Verdade Sufocada, à Rede Genesis (NET/Canal 26, em 2008).
       Na verdade, a pior coisa que podia nos acontecer naqueles "anos de chumbo" era não ser preso(sic). Como assim todo mundo ia preso e nós não? Ser preso dava currículo, demonstrava que éramos da pesada, revolucionários perigosos, ameaça ao regime, comunistas de verdade! Sair dizendo que tínhamos apanhado, então! Mártires, heróis, cabras bons.
       Vaidade e mau-caratismo puros, só isto. Nós saíamos com a aura de hérois e a ditadura com a marca da violência e arbítrio. Era mentira? Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tinha nos ensinado o que fazer.
       E o que era melhor: dizer que tínhamos sido torturados escondia as patifarias e 'amarelões' que nos acometiam quando ficávamos cara a cara com os "ômi". Com esta raia miúda que nós éramos, não precisava bater. Era só ameaçar, a gente abria o bico rapidinho.
       Quando um dia, durante um interrogatório, perguntaram-me  se eu queria conhecer a 'marieta', pensei que fosse uma torturadora braba. Mas era choque elétrico (parece que 'marieta' era uma corruptela de 'maritaca', nome que se dava à maquininha usada para dar choque elétrico). Eu não a quis conhecer. Abri o bico, de novo.
       Relembrar estes fatos está sendo frutífero. Criei coragem e comecei a ler um livro que tenho desde 2009 (é mais um que eu ainda não tinha lido): "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça", escrito pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Editora Ser, publicado em 2007. Serão quase 600 páginas de 'verdade sufocada"? Vou conferir.


* http://blogdemirianmacedo.blogspot.com/2011/03/sobre-honestino-guimaraes-odemocrata.html

** http://www.youtube.com/watch?v=FvQnh_wH0qI



Fonte - http://blogdemirianmacedo.blogspot.com.br/2011/06/verdade-eu-menti_05.html

sábado, 5 de outubro de 2013

Ana Caroline nos mostra a Relação entre Comunismo e Nazismo

Ana Caroline nos mostra a Relação entre Comunismo e Nazismo



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Não é raro encontrar pessoas que, inocentemente, afirmam que Nazismo é de direita e que não era Socialista.
Nem sei o que pensar de pessoas assim.
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Recentemente uma professora de história chamada Ana Caroline deu uma verdadeira aula de historia para seus alunos da oitava série.
Veja a imagem da aula postada em seu facebook. (Clique na imagem para ampliar)ana caroline professora
Abaixo a transcrição do texto:
A ideologia nazista era baseada no comunismo como afirmava o próprio Hitler ao dizer: “aprendi muito com o comunismo.” Podemos encontrar muitas das ideias do nazismo descritas no livro “Mein Kampf” (Minha Luta) do chanceler da Alemanha. Iniciado na Alemanha uma década após a Revolução Socialista da Rússia, a ideologia nazista se assemelhava profundamente ao comunismo. Na Russia encontramos um socialismo que pretendia ser internacional, enquanto o socialismo alemão era nacional. Enquanto o comunismo pretende criar um novo homem baseado numa falsa sociologia, o nazismo espera o surgimento de um novo homem com base em uma falsa biologia. Os dois, no entanto, ambicionam ser científicos (ter respaldo na ciência).
A professora nada mais fez que desenterrar os discursos de Adolf Hitler, socialista e pai, óbvio, do Nazismo. Veja:
“Eu aprendi muito do marxismo, e eu não sonho esconder isso. (…) O que me interessou e me instruiu nos marxistas foram os seus métodos (…) Todo o Nacional Socialismo está contido lá dentro (…) O nacional socialismo é aquilo que o marxismo poderia ter sido se ele fosse libertado dos entraves estúpidos e artificiais de uma pretensa ordem democratica” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp.211- 212).
Em tempo: “Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).
Claro que os socialistas, terroristas de plantão que são, querem por tudo infernizar a vida da jovem professora anti-comunista, anti-feminista e uma digna e bela mulher que apenas ama a verdade.
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Veja este pequeno vídeo mostrando a semelhança bizarra entre os cartazes de propaganda Nazista e Comunista. Não dá pra saber quem copiava de quem ou, se eles combinavam de fazer igual.
Abaixo outro vídeo mostrando algumas semelhanças óbvias entre os dois regimes:
Em seu facebook ela disse:
“Nem todo mundo que viu um pedaço da minha aula me ameaça de morte. Nem todo mundo quer me linchar ou acabar com essa “professorinha” aqui. Obrigada pelo apoio!”
Se quiser se aprofundar um pouco mais na questão Nazismo Socialismo basta ler este excelente artigo de Luciano Ayan
Abaixo colocarei o artigo dele para vocês lerem:
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Marxistas, humanistas, progressistas, obamistas e neo ateus (o que dá tudo no mesmo) adoram fantasiar o passado da Alemanha Nazista para chamá-los de “extrema direita”. E o que faz um cético político? Obviamente, vai investigar a alegação.
Nada melhor que começar com uma análise do PROGRAMA DO PARTIDO NACIONAL SOCIALISTA DOS TRABALHADORES ALEMÃES, publicado em 24 de fevereiro de 1920, no Hofbrauhaus-Festsaal em Munique. Esse é o paradigma que deu sustentação à todas as ações de Hitler, incluindo o Holocausto Judeu. Não há nada melhor para estudar o cerne da mente nazista do que estudar este documento.
Para cada um dos 25 termos do programa, iniciarei meus comentários com a explicitação de com qual ideologia o nazismo se alinha, podendo ser “Neutro”, “Direita” ou “Esquerda”. (É interessante notar que os pontos iniciais são neutros, mas do décimo para a frente a coisa definitivamente se avermelha de vez)
Comecemos:
1. Nós exigimos a união de todos os alemães numa Grande Alemanha com base no princípio da auto-determinação de todos os povos.
Neutro. Não é possível qualificar o ponto acima como algo relacionado nem a Esquerda como à Direita.
2. Nós exigimos que o povo alemão tenha direitos iguais àqueles de outras nações; e que os Tratados de Paz de Versalhes e St. Germain sejam abolidas.
Neutro. É, como se nota, o esquerdismo ainda não se manifestou, mas muito menos uma concepção de mundo que possa ser qualificada como “de direita”.
3. Nós exigimos terra e território (colônias) para a manutenção do nosso povo e o assentamento de nossa população excedente.
Neutro, tendendo à Esquerda. Por enquanto, temos apenas um país reconhecendo seu aspecto belicista, e avisando que vai botar para quebrar, o que qualifica o ponto acima como parcialmente neutro. Entretanto, a promessa de “garantir a manutenção do povo”, através da ação do estado, é uma abordagem esquerdista.
4. Somente aqueles que são nossos compatriotas podem se tornar cidadãos. Somente aqueles que tem sangue alemão, independente do credo, podem ser nossos compatriotas. Por esta razão, nenhum judeu pode ser um compatriota.
Neutro. A filosofia do período, tanto esquerdista quanto de direita, não pregava a exclusão dos judeus. Alguns poderiam dizer que Marx teria dito que os judeus “pereceriam no holocausto”, mas ele queria dizer com isso que os judeus deixariam de ter uma identidade de povo (como todos os outros povos deveriam fazê-lo) para se juntar à revolução. Marx não tinha nada contra os judeus, apenas contra o fato de terem uma “identidade judaica”, quando para ele deveriam ter uma identidade de classe (proletários X burgueses). Mesmo assim, a qualificação de um grupo (os judeus) como bodes expiatórios de todos os males é uma extensão da filosofia de guerra de classes de Marx. Mas, por questão de caridade, deixarei este ponto como neutro.
5. Aqueles que não são cidadãos devem viver na Alemanha como estrangeiros e devem ser sujeitos à lei de estrangeiros.
Neutro. Alguns difamadores da esquerda diriam que esta é uma proposta de direita, principalmente pelo fato de alguns Republicanos nos Estados Unidos terem sido contra a imigração ilegal. Entretanto, coibir a imigração ilegal não é o mesmo que definir os estrangeiros como não-cidadãos.
6. O direito de escolher o governo e determinar as leis do Estado pertencerá somente aos cidadãos. Nós portanto exigimos que nenhuma repartição pública, de qualquer natureza, seja no governo central, na província, ou na municipalidade, seja ocupada por qualquer um que não seja um cidadão. Nós combatemos a administração parlamentar corrupta pela qual homens são indicados para vagas por favor do partido, não importando caráter e aptidão.
Neutro. É a extensão do ponto anterior.
7. Nós exigimos que o Estado especialmente se encarregará de garantir que todos os cidadãos tenham a possibilidade de viver decentemente e recebam um sustento. Se não puder ser possível alimentar toda a população, então os estrangeiros (não-cidadãos) devem ser expulsos do Reich.
Esquerda. Enfim, começou a ladainha. Aqui temos a criação de bodes expiatórios para, no caso da população precisar de sustento, jogar neles as culpas pela penúria que porventura a população passasse. Este truque (o da guerra de classes) é essencialmente esquerdista.
8. Qualquer imigração adicional de não-alemães deve ser previnida. Nós exigimos que todos os não-alemães que entraram no país desde 2 de Agosto de 1914 sejam forçados a deixar o Reich imediatamente.
Neutro. Esta medida era contextual, em um período que a Alemanha passava dificuldades após a Primeira Guerra Mundial. Uma medida abjeta, diga-se, mas que não é diretamente sustentada nem pela filosofia de direita e nem a de esquerda.  
9. Todos os cidadãos devem possuir iguais direitos e deveres.
Direita. Esta é uma abordagem essencialmente direitista. Já os esquerdistas pregam que alguns devem ter mais direitos que os outros. Um exemplo está na recente questão da causa gayzista, a PL 122. Com essa proposta, os gayzistas querem que seja proibida a crítica aos gays. Isso é dar mais direito a um grupo em detrimento de outro. Podemos (e devemos) contestar os critérios que os alemães usaram para definir quem seria um cidadão – e, como falarei mais profundamente na conclusão, este foi um truque para usar o princípio de forma distorcida. Mas, em essência, dar direitos e deverem iguais para todos os cidadãos é uma ação com o DNA da direita.
10. O primeiro dever de todo cidadão deve ser trabalhar mental ou fisicamente. Nenhum indivíduo fará qualquer trabalho que atente contra o interesse da comunidade para o benefício de todos.
Esquerda. Coletivismo em detrimento do individualismo é uma manifestação 100% esquerdista. Isso pode ser evidenciado na idéia obsessiva de Karl Marx da guerra de classes, em que ele visualizava grandes “blocos coletivos”, ao invés de indivíduos lutando por seus interesses.
11. Portanto, nós exigimos: Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.
Esquerda. E o discurso aqui é plenamente copiado de Karl Marx. Não é raro vermos esquerdistas reclamando de pessoas que são ricas por terem “recebido herança”, como se isso fosse algum pecado. Para alguém de direita, se alguém recebe uma herança é por que seus antepassados lutaram por algo para deixar aos filhos, e portanto algo lícito.
Quebrando as Algemas do Interesse
12. Como cada guerra impõe sobre o povo sacrifícios em sangue e bens valiosos, todo lucro pessoal proveniente da guerra deve ser tratado como traição ao povo. Nós portanto exigimos o confisco total de todos os lucros de guerra.
Esquerda. Sair culpando o lucro (independente de onde for) é obviamente uma iniciativa que tem como seu principal Messias a figura de Karl Marx. Logo, esquerda até a medula.
13. Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.
Esquerda. Adeptos do livre mercado, da direita, não pensam em nacionalização de empresas. Já esquerdistas, como pôde ser visto há poucos meses na Argentina da mandona Cristina Kirchner, adoram arrumar o primeiro pretexto que puderem para “nacionalizar” empresas.
14. Nós exigimos participação nos lucros em grandes indústrias.
Esquerda. Participação em lucros não é algo que deve ser exigido, mas conquistado através de acordos e mérito. Isso, é claro, no pensamento da direita. Já a esquerda…
15. Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada.
Esquerda. Pois quem é da direita já optaria pelas pensões oriundas da iniciativa privada.
16. Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários ao Estado, às províncias e municipalidades.
Esquerda. Isso é economia totalmente controlada pelo estado, com uma intervenção excessiva e até ações que poderíamos definir como tirânicas. É praticamente uma escravização do povo em prol do Estado.
17. Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.
Esquerda. E nem preciso dizer o motivo.
18. Nós exigimos que uma guerra dura seja travada contra aqueles que trabalham para o prejuízo do bem-estar comum. Traidores, usuários, aproveitadores, etc., serão punidos com morte, independente de credo ou raça.
Esquerda. Discurso de “bem-estar comum”? E o parangolé é sempre deste tipo. Quem não está “trabalhando para o  bem-comum” é um inimigo do povo, e portanto tudo pode ser feito contra ele. Esquerdistas sempre foram acostumados a pensar com tal carga de ódio contra os “inimigos da causa”. Quem é de direita, por sua vez, sabe que as pessoas não precisam lutar “pelo bem-comum”, mas por seu próprio bem, e, ao conseguir isso, por CONSEQUÊNCIA, estarão auxiliando a melhorar a vida dos outros, sendo até mais eficientes que os proponentes do “bem-comum”.
19. Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.
Esquerda. O ódio pelo Direito Romano vem da esquerda, não da direita. Quem é de direita sabe que as leis devem ser respeitadas e se algo não atende aos seus princípios, deve-se lutar para mudar as leis. O esquerdista pensa diferente, achando que, se é pela causa do lado dele, então não há problema em quebrar as leis.
20. A fim de tornar possível para todos os alemães capazes e industriosos obter educação mais elevada, e assim a oportunidade de alcançar posições de liderança, o Estado deve assumir a responsabilidade de organizar completamente todo o sistema cultural do povo. Os currículos de todos os estabelecimentos educacionais serão adaptados para a vida prática. A concepção da idéia do Estado (ciência de cidadania) deve ser ensinada nas escolas desde o início. Nós exigimos que crianças especialmente talentosas de pais pobres, quaisquer que sejam suas classes sociais ou ocupações, sejam educadas às custas do Estado.
Esquerda. Quanto mais escolas públicas, melhor para o esquerdista. Qual é o objetivo disso? Obviamente, usar o território da escola pública para doutrinação das crianças na ideologia do estado. Essa sempre foi uma plataforma esquerdista.  Para quem é da direita, seria melhor se o estado usasse bolsas de ensino para que os alunos pudessem buscar escolas privadas.
21. O Estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão de saúde nacional fornecendo centros de bem-estar maternal, proibindo trabalho infantil, aumentando aptidão física através da introdução de jogos compulsórios e ginástica, e pelo maior encorajamento possível de associações relacionadas com a educação física do jovem.
Esquerda. Aqui, como sempre, é o uso do estado como aquele que tem o “dever” de financiar o ensino. O motivo já está claro.
22. Nós exigimos a abolição do exército regular e a criação de um exército nacional (popular).
Esquerda. Jogar para a galera é especialidade de esquerdistas. Aliás, todos os ditadores de esquerda adoram dizer que o exército agora é um “exército do povo”. Um exemplo evidente está em Hugo Chavez. O populismo, como sempre, é uma das armas centrais da esquerda.
23. Nós exigimos que haja uma campanha legal contra aqueles que propaguem mentiras políticas deliberadas e disseminem-nas através da imprensa. A fim de tornar possível a criação de uma imprensa alemã, nós exigimos:
(a) Todos os editores e seus assistente em jornais publicados na língua alemã deverão ser cidadãos alemães.
(b) Jornais não-alemães deverão somente ser publicados com a permissão expressa do Estado. Eles não deverão ser publicado na língua alemã.
(c) Todos os interesses financeiros em, ou de qualquer forma afetando jornais alemães serão proibidos a não-alemães por lei, e nós exigimos que a punição por transgredir esta lei seja a imediata supressão do jornal e a expulsão dos não-alemães do Reich.
Jornais que transgridam o bem-estar comum serão suprimidos. Nós exigimos acão legal contra aquelas tendências na arte e literatura que tenham influência ruidosa sobre a vida do nosso povo, e que quaisquer organizações que que atentem contra as exigências agora mencionadas sejam dissolvidas.
Esquerda. Controlar a mídia está no DNA de todo esquerdista. Na Venezuela e Cuba, a mídia está completamente controlada, e o mesmo pode-se dizer do Equador. Na Argentina, a situação está caminhando a passos largos para a ditadura formal, e um símbolo dessa iniciativa foi a invasão do Clarin pelas forças do governo. No Brasil, a recente proposta do PNDH-3 visava controlar a mídia. Como se nota, o padrão esquerdista não muda. Desde os tempos de Stalin e Hitler, dois de seus mais cuidadosos representantes.
24. Nós exigimos liberdade para todas os credos religiosos no estado, à medida que eles não coloquem em risco a existência ou ofendam a moral e senso ético da raça germânica. O Partido como tal representa o ponto-de-vista de um cristianismo positivo sem ligar-se a qualquer credo particular. Ele luta contra o espírito judaico materialista internamente e externamente, e está convencido de que uma recuperação duradoura do nosso povo só pode vir de dentro, sobre o princípio: BEM COMUM ANTES DO BEM INDIVIDUAL
Esquerda. Bem comum antes do bem individual é uma das promessas da esquerda. Aliás, o cristianismo positivo é uma variação humanista do cristianismo, todo distorcido para se adaptar ao culto ao homem. Como o humanismo é uma das variações da esquerda, de novo essa plataforma do NSDAP entregou os nazistas como esquerdistas.
25. A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.
Esquerda. Estado, estado, estado…  nota-se que os nazistas cultuavam o estado até mais que o pessoal de Stalin.
Conclusão
Dos 25 pontos do partido alemão, 6 são neutros, 1 poderia ser chamado de centro-esquerda, 1 de direita, e os 17 restantes são plenamente esquerdistas. No único ponto que pode ser associado ao pensamento de direita (“9. Todos os cidadãos devem possuir iguais direitos e deveres.”), ele é tão óbvio que até os esquerdistas o entendem como algo facilmente assimilável, mas no caso dos nazistas eles usaram um truque. Como esquerdista gosta de privilegiar uma classe sobre outra (pelo pensamento da guerra de classes), eles acoplaram esse único princípio da direita, e definiram alguns como “não cidadãos”. Ora, aí fica fácil. Bastou a eles usarem um princípio da direita para remodelá-lo através de outros novos pontos que dêm um “bypass” no princípio.
O que importa é que de direita a plataforma do partido nazista não tem nada. Entretanto, especialmente do meio para o final, o que é vê é a essência do pensamento esquerdista, incluindo:
  • uso da guerra de classes
  • populismo
  • inchamento do estado
  • culto ao mesmo estado, é óbvio
  • limitação da atividade de imprensa
  • sistema de ensino público (para doutrinação no culto ao estado)
  • estatização de empresas
  • reforma agrária
  • ataque aos lucros das empresas
  • coletivismo, ao invés do individualismo
Qualquer pessoa honesta intelectualmente irá reconhecer que o nazismo não é um empreendimento de extrema-direita, mas de extrema-esquerda.
Por fim, fica claro que os marxistas sempre chamaram os nazistas de direita, pois Hitler se opôs a Stalin, embora tenha sido seu aliado em priscas eras. Entretanto, se opor à União Soviética não é o mesmo que se opor ao comunismo, e, mesmo que alguém fosse oponente ao comunismo, isso não implicaria em ser de direita (lembremos da rotina “Eu não sou comunista”). Entretanto, comunismo não é a única forma de esquerdismo, e nem a União Soviética era a única forma de comunismo. Unicamente por confusões (a meu ver, propositais) deste tipo, é que alguns ainda acham que nazismo é de direita.
Por tudo que está demonstrado aqui, da próxima vez que algum marxista lhe taxar de “nazista” por ser contra as idéias esquerdistas, mostre-lhe um link para esta matéria, e veja que, de acordo com o que os próprios nazistas afirmaram, ser nazista é ser de esquerda. Ou melhor, extrema-esquerda. É por isso que estou legitimado a colocar todas as genocídios da União Soviética, do Cambodja, da China e da Alemanha Nazista na CONTA DA ESQUERDA.
Uma cena que eu gostaria de acompanhar é um diálogo no qual o esquerdista chega dizendo: “Você não apóia minhas idéias, pois é um nazista”, recebendo o coice a seguir: “Não, eu não sou nazista, pois não sou da tua turma”, seguido da citação à plataforma do Partido Nazista.
E não tenha dó deles no debate. Eles merecem essa humilhação. As vítimas que eles já causaram (e ainda estão por causar) justifica essa patada.

Fonte - http://liberdadeeconomica.com/home/2013/06/01/ana-caroline-esta-sim-e-uma-professora-de-historia/ 

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