ESCRITO POR WENDY WRIGHT
25 JANEIRO 2014
Um grupo acadêmico cuja pesquisa foi obtida de pedófilos e lançou a revolução sexual nos EUA recebeu credenciamento da ONU.
O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promover abrangente educação sexual que ensina crianças pequenas acerca de atos sexuais.
Nesta semana o Instituto Kinsey foi diante do comitê da ONU que credencia grupos para participar da ONU no final de janeiro. Isso chega num momento em que grupos pró-aborto estão fazendo campanhas para que abrangente educação sexual seja uma parte importante da agenda de políticas e trabalho de desenvolvimento da ONU.
Alfred Kinsey afirmava que crianças são sexuais desde a infância. Suas fontes principais eram homens adultos que registravam detalhes acerca de seus contatos sexuais com crianças para seu livro “Sexual Behavior in the Human Male” (Conduta Sexual no Macho Humano).
Certo homem forneceu a Kinsey detalhes de seu abuso de 1917 a 1948, mostrados na Tabela 34 do livro de Kinsey. Registra o número de “orgasmos” em certos períodos de tempo de crianças de 5 meses a 14 anos.
Orgasmo é definido como “convulsões violentas,” “gemidos, ou choros mais violentos, às vezes com abundância de lágrimas (principalmente entre crianças mais novas),” “dor excruciante,” “lutará para se afastar do parceiro e poderá fazer tentativas violentas de evitar o clímax, embora obtenha claro prazer da situação.”
Outra fonte de Kinsey começando em 1943 — durante a 2ª Guerra Mundial — era um oficial nazista alemão, Fritz von Balluseck, que em 1957 foi condenado por abuso sexual de crianças por mais de 30 anos. O juiz teria dito: “Tive a impressão de que você chegou às crianças a fim de impressionar Kinsey e lhe entregar material.”
Kinsey afirmou que 95 por cento dos homens cometiam crimes sexuais, de modo que a sociedade deveria redefinir o que era “normal” e reduzir as penas de crimes sexuais. Ele testificava em favor de estupradores de crianças e seu trabalho ajudou a mudar as leis, tornando-as tolerantes para crimes sexuais.
“É claro, sabíamos quando entrevistávamos os pedófilos que eles continuariam sua atividade, mas não fazíamos nada sobre isso,” Paul Gebhard, sócio de Kinsey, disse ao jornal. “Não teríamos nenhuma pesquisa se os entregássemos [às autoridades].”
Gebhard, que se tornou diretor do Instituto Kinsey, mais tarde disse: “Era ilegal e sabíamos que era ilegal e é por isso que muita gente está furiosa.”
Kinseu assegurava a “seus informantes que eles ficariam no anonimato” e evitava “todo juízo de valor em relação à conduta deles,” declarou John Bancroft, diretor do Instituto Kinsey(1).
Certa vítima de um estuprador de crianças ligado a Kinsey se apresentou. Quando “Esther White”(2) (um pseudônimo) tinha 9 anos, ela encontrou uma folha de papel “e meu pai estava selecionando coisas que ele estava fazendo comigo.” Depois que Kinsey entrevistou Esther, ele entregou ao avô dela um cheque de cerca de 6.000 dólares.
Em 1964, o Instituto Kinsey lançou SIECUS para promover a ideologia de Kinsey por meio da educação sexual. SIECUS já tem reconhecimento da ONU e se tornou muito influente ali. A Educação Sexual Abrangente de SIECUS(3) ensina crianças de 5 anos acerca da masturbação e do envolvimento em conduta sexual com outros para mostrar carinho.
O Instituto Kinsey fornece bolsas de estudo honrando John Money, um pioneiro da “identidade de gênero” e responsável pela operação de mudança de sexo de um bebê contada no livro “The Boy Who Was Raised As a Girl” (O Menino que Foi Criado como Menina). O menino acabou cometendo suicídio. A clínica de identidade de gênero de Money no Hospital Johns Hopkins foi fechada por seu sucessor.
A organização homossexual ILGA perdeu seu credenciamento na ONU em 1993 devido às suas ligações com grupos que promovem a pedofilia.
Um documento vazado pelo WikiLeaks(4) intitulado “Certificação da Pedofilia” mostra que os EUA conduziram uma “análise detalhada” em 2010 e agências da ONU certificaram que ninguém havia credenciado nenhuma organização que promove ou desculpa a pedofilia.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
links-
(1) http://www.kinseyinstitute.org/about/cont-95frc.html
(2) http://www.drjudithreisman.com/archives/2010/10/wnd_exclusive_v.html
(3) http://www.siecus.org/_data/global/images/guidelines.pdf
(4) http://www.wikileaks.org/plusd/cables/10USUNNEWYORK73_a.html
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Leis da política de "Bob Fields"
Leis da política (19/12/1999)
Roberto de Oliveira Campos (ou "Bob Fields" para alguns)
Era uma crespa noite de inverno londrino. Eu tinha convidado para um jantar na embaixada brasileira, ao fim dos anos 70, o grande filósofo liberal francês Raymond Aron e dois sociólogos radicados na Inglaterra, Ralf Dahendorf e Ernest Gellner, este último professor de José Guilherme Merquior, meu conselheiro de embaixada. Na curva do conhaque, quando filosofávamos sobre nominalismo, realismo e existencialismo, contei uma piada que Aron achou divertida. Era a definição de "realidade" por um irlandês, revoltado pela interrupção de suas libações alcoólicas à hora do fechamento dos pubs. "A realidade", disse ele, "é uma ilusão criada por uma aguda escassez de álcool".
Quando partiram os hóspedes, resolvemos, Merquior e eu, em rodadas de uísque, testar duas coisas. Primeiro, a teoria irlandesa do realismo alcoólico. Segundo, nossa capacidade de recitarmos, de memória, aquilo que poderíamos chamar de "leis de comportamento sociopolítico" de variadas personagens e culturas. Alternávamos nas citações, que registrei num alfarrábio que outro dia desenterrei numa limpeza de arquivos. Ei-las:
A lei de Lenin: "É verdade que a liberdade é preciosa. Tão preciosa que é preciso racioná-la".
A lei de Stalin: "Uma única morte é uma tragédia; 1 milhão de mortes é uma estatística".
A lei de Krushev: "Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes mesmo quando não há rios".
A lei de Henry Kissinger: "O ilegal é o que fazemos imediatamente. O inconstitucional é o que exige um pouco mais tempo".
A lei de Franklin Roosevelt: "Um conservador é um homem com duas excelentes pernas, que contudo nunca aprendeu a andar para a frente".
A lei de Lord Keynes: "A dificuldade não está nas idéias novas, mas em escapar das antigas".
A lei de Bernard Shaw: "Patriotismo é a convicção de que o país da gente é superior a todos os demais, simplesmente porque ali nascemos".
A lei de Hayek: "Num país onde o único empregador é o Estado, a oposição significa morte por inanição. O velho princípio de quem não trabalha não come é substituído por um novo princípio: quem não obedece não come".
A lei de Mark Twain: "Um banqueiro é um tipo que nos empresta um guarda-chuva quando faz sol, e exige-o de volta quando começa a chover".
A lei de Lorde Kelvin: "Grandes aumentos de custos com questionável melhoria de desempenho só podem ser tolerados em relação a cavalos e mulheres".
A lei de Charles De Gaulle: "As promessas só comprometem aqueles que as recebem".
A lei de John Randolph, constituinte na Convenção de Filadélfia: "O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros".
A lei de Getúlio Vargas: "Os ministérios se compõem de dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo".
A lei do governador Mario Cuomo, de Nova York: "Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa".
A lei de John Kenneth Galbraith: "A política não é a arte do possível. Ela consiste em escolher entre o desagradável e o desastroso".
A lei de Sócrates: "No tocante a celibato e casamento, é melhor não interferir, deixando que o homem escolha o que quiser. Em ambos os casos, ele se arrependerá".
No último uísque, Merquior me contou um chiste anônimo, que circulava em Londres: "A natureza deu ao homem um pênis e um cérebro, mas insuficiente sangue para fazê-los funcionar simultaneamente". Ao confidenciar a Merquior que pretendia aposentar-me do Itamaraty para ingressar na política, lembrou-me ele a lei de Hubert Humphrey, vice-presidente dos Estados Unidos na administração Lindon Johnson, que dizia: "É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e merecem estar bem representados".
Tendo em vista minhas ambições políticas, combinamos fabricar conjuntamente uma lei, que passaria à posteridade como a lei Campos/Merquior: "A política é a arte de fazer hoje os erros do amanhã, sem esquecer dos erros de ontem". Ao nos despedirmos, já mais sóbrios, lembrei-me de duas leis. A lei do King Murphy, que assim reza: "Não estão seguras a vida, a liberdade e a propriedade de ninguém enquanto a legislatura estiver em sessão". E a lei do sábio Montesquieu, o inventor da teoria da separação de poderes: "O político deve sempre buscar a aprovação, porém jamais o aplauso". Em minha vida política no Senado e na Câmara procurei descumprir a lei do King Murphy e cumprir a lei de Montesquieu. Sem resultados brilhantes nem num caso, nem no outro...
Roberto de Oliveira Campos (ou "Bob Fields" para alguns)
Era uma crespa noite de inverno londrino. Eu tinha convidado para um jantar na embaixada brasileira, ao fim dos anos 70, o grande filósofo liberal francês Raymond Aron e dois sociólogos radicados na Inglaterra, Ralf Dahendorf e Ernest Gellner, este último professor de José Guilherme Merquior, meu conselheiro de embaixada. Na curva do conhaque, quando filosofávamos sobre nominalismo, realismo e existencialismo, contei uma piada que Aron achou divertida. Era a definição de "realidade" por um irlandês, revoltado pela interrupção de suas libações alcoólicas à hora do fechamento dos pubs. "A realidade", disse ele, "é uma ilusão criada por uma aguda escassez de álcool".
Quando partiram os hóspedes, resolvemos, Merquior e eu, em rodadas de uísque, testar duas coisas. Primeiro, a teoria irlandesa do realismo alcoólico. Segundo, nossa capacidade de recitarmos, de memória, aquilo que poderíamos chamar de "leis de comportamento sociopolítico" de variadas personagens e culturas. Alternávamos nas citações, que registrei num alfarrábio que outro dia desenterrei numa limpeza de arquivos. Ei-las:
A lei de Lenin: "É verdade que a liberdade é preciosa. Tão preciosa que é preciso racioná-la".
A lei de Stalin: "Uma única morte é uma tragédia; 1 milhão de mortes é uma estatística".
A lei de Krushev: "Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes mesmo quando não há rios".
A lei de Henry Kissinger: "O ilegal é o que fazemos imediatamente. O inconstitucional é o que exige um pouco mais tempo".
A lei de Franklin Roosevelt: "Um conservador é um homem com duas excelentes pernas, que contudo nunca aprendeu a andar para a frente".
A lei de Lord Keynes: "A dificuldade não está nas idéias novas, mas em escapar das antigas".
A lei de Bernard Shaw: "Patriotismo é a convicção de que o país da gente é superior a todos os demais, simplesmente porque ali nascemos".
A lei de Hayek: "Num país onde o único empregador é o Estado, a oposição significa morte por inanição. O velho princípio de quem não trabalha não come é substituído por um novo princípio: quem não obedece não come".
A lei de Mark Twain: "Um banqueiro é um tipo que nos empresta um guarda-chuva quando faz sol, e exige-o de volta quando começa a chover".
A lei de Lorde Kelvin: "Grandes aumentos de custos com questionável melhoria de desempenho só podem ser tolerados em relação a cavalos e mulheres".
A lei de Charles De Gaulle: "As promessas só comprometem aqueles que as recebem".
A lei de John Randolph, constituinte na Convenção de Filadélfia: "O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros".
A lei de Getúlio Vargas: "Os ministérios se compõem de dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo".
A lei do governador Mario Cuomo, de Nova York: "Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa".
A lei de John Kenneth Galbraith: "A política não é a arte do possível. Ela consiste em escolher entre o desagradável e o desastroso".
A lei de Sócrates: "No tocante a celibato e casamento, é melhor não interferir, deixando que o homem escolha o que quiser. Em ambos os casos, ele se arrependerá".
No último uísque, Merquior me contou um chiste anônimo, que circulava em Londres: "A natureza deu ao homem um pênis e um cérebro, mas insuficiente sangue para fazê-los funcionar simultaneamente". Ao confidenciar a Merquior que pretendia aposentar-me do Itamaraty para ingressar na política, lembrou-me ele a lei de Hubert Humphrey, vice-presidente dos Estados Unidos na administração Lindon Johnson, que dizia: "É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e merecem estar bem representados".
Tendo em vista minhas ambições políticas, combinamos fabricar conjuntamente uma lei, que passaria à posteridade como a lei Campos/Merquior: "A política é a arte de fazer hoje os erros do amanhã, sem esquecer dos erros de ontem". Ao nos despedirmos, já mais sóbrios, lembrei-me de duas leis. A lei do King Murphy, que assim reza: "Não estão seguras a vida, a liberdade e a propriedade de ninguém enquanto a legislatura estiver em sessão". E a lei do sábio Montesquieu, o inventor da teoria da separação de poderes: "O político deve sempre buscar a aprovação, porém jamais o aplauso". Em minha vida política no Senado e na Câmara procurei descumprir a lei do King Murphy e cumprir a lei de Montesquieu. Sem resultados brilhantes nem num caso, nem no outro...
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
A beleza importa. Ou: Para o inferno com Duchamp! por Rodrigo Constantino
11/01/2014
A beleza importa. Ou: Para o inferno com Duchamp!
Poucas coisas me tiram mais do sério do que o relativismo estético (e moral) da atualidade, onde “tudo é arte”, ou seja, nada o é. Igualitários invejosos que lutam contra a “ditadura” da beleza representam o câncer da pós-modernidade. Ao destruírem valores estéticos que sempre foram enaltecidos na civilização, essa gente pretende destruir a civilização em si. São “desconstrutivistas” pois não sabem construir nada, apenas chacoalhar o que existe de melhor no mundo.
Muito dessa baboseira toda começou ou ganhou força com as “obras de arte” de Duchamp. Passou a ser “cool” elogiar qualquer porcaria, só por ofender, chocar, ridiculizar a verdadeira arte. O belo não existe! Tudo é subjetivo! Tudo é relativo! Cada um chama de arte o que quiser! E com tal mentalidade obtusa, eis o que foi parido, literalmente no banheiro:

O local de obrar parece adequado para certos “artistas” e suas “obras”. Só tenho uma coisa a dizer: para o inferno com Duchamp! Ou melhor: para a privada com ele! Sua obra merece nada mais do que o aperto de uma descarga, para ir ao destino adequado, que é o esgoto.
Com essa revolta que sinto contra os detratores da beleza, adorei a imagem que o colega da Veja, Jerônimo Teixeira (que, aliás, traz ótima entrevista nas páginas amarelas dessa semana com o rabino e filósofo inglês Jonathan Sacks, justamente sobre o relativismo moral do nosso tempo), postou hoje em sua página do Facebook:
Nada como a ironia para ridicularizar essa turma mesmo. A pergunta: “Desde quando isso é mais atraente que isso?” Em seguida, a mensagem: “Acabem com os impossíveis padrões definidos pela mídia. Todos os hambúrgueres são bonitos”. Agora pergunto ao leitor: alguém realmente seria indiferente em relação aos dois sanduíches da foto? Alguém acha que não tem a menor importância a apresentação, a imagem, o aspecto? Responda depois, em silêncio, diante do espelho.
Para ajudar nas reflexões, segue o conhecido documentário com Roger Scruton, um dos pensadores mais sofisticados da atualidade, sobre a importância da beleza para a humanidade. É longo, mas vale muito a pena. Está legendado:
domingo, 12 de janeiro de 2014
Como manipular o comportamento dos telespectadores
- Como manipular o comportamento dos telespectadores. A influencia da informação gráfica na tomada de decisões pode ter fontes falsas. Veja o exemplo da GloboNews quando coloca no gráfico o ultimo valor 5,91% maior que 5,92 ou 6,50%. Este erro de tão grosseiro pode ser deliberado e até não ser do conhecimento da alta hierarquia jornalística mas... infiltrações são como cupins, destroem de dentro para fora.
Um diz: Não quero polemizar, mas a globo é claramente, declaradamente e descaradamente apoiadora do PSDB. Ela pode apoiar quem quiser, mas a forma que se faz isso mostra o nivel dessas pessoas.
Outro completa: A globo sempre fez isso, tentar manipular informações e influenciar o resultado das eleições
Eu respondo: meu querido amigo, tem coisas que ocorrem nas cadeias e delegacias que os delegados não ficam sabendo. Sem querer defender a Globo, tem coisas que seus funcionários fazem que os editores não sabem, ou se souberem, já é tarde porque se tornou publico. A pergunta é, porque se faz isso e, qual o efeito: 1) Por pura sacanagem, pra ficar dizendo depois nas rodas de amigos "sabe isso ou aquilo, fui eu que fiz..."; 2) Para gerar um resultado comportamental pelo menos de dois tipos; a) A emissora se utilizando de alguém de dentro para manipular a sociedade contra algo, exemplo do "fora Collor"; b) alguém de dentro por livre e espontânea vontade, movido por questões ideológicas, manipulando a sociedade contra a emissora. Quem tem condições de dizer que tudo, mas tudo mesmo que ocorre em uma delegacia é de conhecimento de suas autoridades, imagina uma empresa com milhares de subordinados cheios de influências revolucionarias na cabeça? Esta estratégia (2.b) foi e é muito utilizada, por exemplo quando se fala a respeito do golpe militar e que os militantes perseguidos pelas Forças Armadas lutaram pela democracia. Hoje todo mundo acredita nesta mentira. Só que um deles, de forma honesta e de livre e espontânea vontade declarou publicamente que NÃO. A intenção dos guerrilheiros era dar um golpe para implantar uma ditadura de Esquerda aos moldes cubanos.
Gabeira diz a verdade sobre a guerrilha
Este outro retruca: temos opiniões totalmente opostas sobre politica, respeito suas opiniões mesmo sem concordar com elas. Já vi esse video do Gabeira e acho q ele foi bem honesto. O atual governo federal e estadual deixa todo mundo q se considera de esquerda constrangido, mas sinceramente acredito q a verdadeira esquerda não chegou no poder, e não falo dos guerrilheiros de 68. Acredito q a esquerda pode revolucionar o sistema capitalista de uma maneira totalmente diferente da revolução russa. Mas voltando ao assunto acho muito dificil acreditar q esse tipo de ação não tenha a conhecimento e aprovação dos altos escalões da emissora. Esse não é o primeiro caso e provavelmente não será o ultimo. O caso da edição do debate das eleições 89 deixou claro q as ordens vem de cima.
Respondo de novo: Amigo, não se engane em relação a esquerda. Esta é ultima estratégia usada, dizer que o que aconteceu na URSS, China, Cuba, não foi o legítimo comunismo. Jamais será porque parte de premissas impossíveis como por exemplo uniformidade do discurso, novo homem, etc. Se o nazismo tinha o foco em um inimigo comum (judeus) o comunismo, que é globalista, tem na burguesia o seu inimigo, ou no intelectual, ou naquele que usa óculos (e pode ler), ou seja, qq um pode ser inimigo do partido. Outra coisa nossa maturidade vai dando é acreditar mais no presente do que em utopias. Não que não quer que as coisas melhores, que os problemas sociais sejam minimizados, que a educação seja de primeira, que se respeite o trabalhador, etc. Não sou louco de não defender isso. E defendo também as instituições, não fico transformando crime em atos de heroísmo, invertendo a lógica e a moralidade. Ser um liberal (não-esquerdista) é fazer tudo isso respeitando as leis e garantindo que cada cada um "receba o que merece" ou em gratificação ou em punição e não conforme a necessidade (há loucos que defendem que o estado deve garantir o desejo de cada um, vê se pode?), como se ele fosse a mesma para todos. Defendo o mérito, o merecimento, o fruto do esforço, mas tambem defendo a justa ajuda. Por fim, para se defender a implantação de um estado de esquerda uma pessoa sensata precisa ter respostas convincentes para três perguntas (segundo Thomas Sowell): (1) Comparar este estado com o quê? (2) Qual o custo de implantação (de vidas)? (3) Que prova concreta tem que suas políticas funcionaram/funcionam?

listas pra fazer terrorismo com a inflação em véspera de eleição produz essas pérolas: no gráfico da GloboNews 5,91% é mais que 5,92 ou 6,50%, e 6X mais que 4,31%! Acabou de ir pro ar no Conta Corrente!
Um diz: Não quero polemizar, mas a globo é claramente, declaradamente e descaradamente apoiadora do PSDB. Ela pode apoiar quem quiser, mas a forma que se faz isso mostra o nivel dessas pessoas.
Outro completa: A globo sempre fez isso, tentar manipular informações e influenciar o resultado das eleições
Eu respondo: meu querido amigo, tem coisas que ocorrem nas cadeias e delegacias que os delegados não ficam sabendo. Sem querer defender a Globo, tem coisas que seus funcionários fazem que os editores não sabem, ou se souberem, já é tarde porque se tornou publico. A pergunta é, porque se faz isso e, qual o efeito: 1) Por pura sacanagem, pra ficar dizendo depois nas rodas de amigos "sabe isso ou aquilo, fui eu que fiz..."; 2) Para gerar um resultado comportamental pelo menos de dois tipos; a) A emissora se utilizando de alguém de dentro para manipular a sociedade contra algo, exemplo do "fora Collor"; b) alguém de dentro por livre e espontânea vontade, movido por questões ideológicas, manipulando a sociedade contra a emissora. Quem tem condições de dizer que tudo, mas tudo mesmo que ocorre em uma delegacia é de conhecimento de suas autoridades, imagina uma empresa com milhares de subordinados cheios de influências revolucionarias na cabeça? Esta estratégia (2.b) foi e é muito utilizada, por exemplo quando se fala a respeito do golpe militar e que os militantes perseguidos pelas Forças Armadas lutaram pela democracia. Hoje todo mundo acredita nesta mentira. Só que um deles, de forma honesta e de livre e espontânea vontade declarou publicamente que NÃO. A intenção dos guerrilheiros era dar um golpe para implantar uma ditadura de Esquerda aos moldes cubanos.
Gabeira diz a verdade sobre a guerrilha
Este outro retruca: temos opiniões totalmente opostas sobre politica, respeito suas opiniões mesmo sem concordar com elas. Já vi esse video do Gabeira e acho q ele foi bem honesto. O atual governo federal e estadual deixa todo mundo q se considera de esquerda constrangido, mas sinceramente acredito q a verdadeira esquerda não chegou no poder, e não falo dos guerrilheiros de 68. Acredito q a esquerda pode revolucionar o sistema capitalista de uma maneira totalmente diferente da revolução russa. Mas voltando ao assunto acho muito dificil acreditar q esse tipo de ação não tenha a conhecimento e aprovação dos altos escalões da emissora. Esse não é o primeiro caso e provavelmente não será o ultimo. O caso da edição do debate das eleições 89 deixou claro q as ordens vem de cima.
Respondo de novo: Amigo, não se engane em relação a esquerda. Esta é ultima estratégia usada, dizer que o que aconteceu na URSS, China, Cuba, não foi o legítimo comunismo. Jamais será porque parte de premissas impossíveis como por exemplo uniformidade do discurso, novo homem, etc. Se o nazismo tinha o foco em um inimigo comum (judeus) o comunismo, que é globalista, tem na burguesia o seu inimigo, ou no intelectual, ou naquele que usa óculos (e pode ler), ou seja, qq um pode ser inimigo do partido. Outra coisa nossa maturidade vai dando é acreditar mais no presente do que em utopias. Não que não quer que as coisas melhores, que os problemas sociais sejam minimizados, que a educação seja de primeira, que se respeite o trabalhador, etc. Não sou louco de não defender isso. E defendo também as instituições, não fico transformando crime em atos de heroísmo, invertendo a lógica e a moralidade. Ser um liberal (não-esquerdista) é fazer tudo isso respeitando as leis e garantindo que cada cada um "receba o que merece" ou em gratificação ou em punição e não conforme a necessidade (há loucos que defendem que o estado deve garantir o desejo de cada um, vê se pode?), como se ele fosse a mesma para todos. Defendo o mérito, o merecimento, o fruto do esforço, mas tambem defendo a justa ajuda. Por fim, para se defender a implantação de um estado de esquerda uma pessoa sensata precisa ter respostas convincentes para três perguntas (segundo Thomas Sowell): (1) Comparar este estado com o quê? (2) Qual o custo de implantação (de vidas)? (3) Que prova concreta tem que suas políticas funcionaram/funcionam?
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Bagunça tóxica - Cláudio de Moura Castro
Bagunça tóxica - Cláudio de Moura Castro
Ao serem divulgados os resultados das primeiras provas do Enem, um grande grupo educacional encomendou uma pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas bem parecidas? Chamava atenção o fato de serem muito rígidas na disciplina. Ou seja, nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina severa, os colégios militares têm ótimo desempenho.
Viajando por outras terras, consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram as mais abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e estadistas. Historicamente, suas escolas sempre foram extraordinariamente rígidas, chegando até a umas varadinhas aqui e umas reguadas acolá.
Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento de espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a polícia! Ecoava o slogan mais poderoso: "É proibido proibir".
As consequências do Maio de 68 varreram o mundo e remoldaram a alma da escola. Muitos manifestantes viraram professores, sentindo-se pouco confortáveis com sua autoridade. A epidemia do "proibido proibir" contaminou a América Latina.
Em um dos seus primeiros discursos, depois de presidente, Sarkozy chama atenção para a lastimável erosão da autoridade do professor, com suas raízes em 68. 0 filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também rememora a queda na disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque erodiram as regras de disciplina, claras e compartilhadas. Mas, segundo ele, o pêndulo volta, com Cláudio de moura as escolas francesas recobrando sua capacidade castro é economista de controlar a baderna.
Não é preciso muito esforço para verificar a onipresença de problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores. Há uma incapacidade generalizada dos professores em impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas.
No caso brasileiro, a alma penada de Maio de 68 parece muito presente, embora possa haver outros fatores contribuindo para as dificuldades de manter a disciplina. Aula chata? Quem sabe, a disseminação de uma caricatura da psicanálise, com seus pavores de que uma disciplina rígida vá frustrar ou traumatizar os alunos? Ou uma esquerda que confunde autoridade com autoritarismo? Ou um DNA tropical e insubmisso?
Mas que consequências teria essa incapacidade da escola para manter a ordem? O professor James Ito-Adler fez para o Positivo uma pesquisa etnográfica — entrevistando uma amostra de alunos. Nela surge uma descoberta surpreendente. Quando perguntou aos alunos o que mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: a bagunça dos outros! São os próprios estudantes que clamam por uma disciplina careta. Não é lamento de professor saudosista. Ou seja, os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não parece, pois pesquisas nos Estados Unidos e na França sugerem o mesmo. A bagunça é tóxica.
A ideia de que a escola não pode tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma mais sofisticada, vale a pena repetir o princípio de que a minha liberdade acaba onde começa a lesai- a liberdade de outrem. No caso, a liberdade dos colegas para estudar e aprender.
Veja - 06/01/2014
Ao serem divulgados os resultados das primeiras provas do Enem, um grande grupo educacional encomendou uma pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas bem parecidas? Chamava atenção o fato de serem muito rígidas na disciplina. Ou seja, nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina severa, os colégios militares têm ótimo desempenho.
Viajando por outras terras, consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram as mais abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e estadistas. Historicamente, suas escolas sempre foram extraordinariamente rígidas, chegando até a umas varadinhas aqui e umas reguadas acolá.
Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento de espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a polícia! Ecoava o slogan mais poderoso: "É proibido proibir".
As consequências do Maio de 68 varreram o mundo e remoldaram a alma da escola. Muitos manifestantes viraram professores, sentindo-se pouco confortáveis com sua autoridade. A epidemia do "proibido proibir" contaminou a América Latina.
Em um dos seus primeiros discursos, depois de presidente, Sarkozy chama atenção para a lastimável erosão da autoridade do professor, com suas raízes em 68. 0 filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também rememora a queda na disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque erodiram as regras de disciplina, claras e compartilhadas. Mas, segundo ele, o pêndulo volta, com Cláudio de moura as escolas francesas recobrando sua capacidade castro é economista de controlar a baderna.
Não é preciso muito esforço para verificar a onipresença de problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores. Há uma incapacidade generalizada dos professores em impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas.
No caso brasileiro, a alma penada de Maio de 68 parece muito presente, embora possa haver outros fatores contribuindo para as dificuldades de manter a disciplina. Aula chata? Quem sabe, a disseminação de uma caricatura da psicanálise, com seus pavores de que uma disciplina rígida vá frustrar ou traumatizar os alunos? Ou uma esquerda que confunde autoridade com autoritarismo? Ou um DNA tropical e insubmisso?
Mas que consequências teria essa incapacidade da escola para manter a ordem? O professor James Ito-Adler fez para o Positivo uma pesquisa etnográfica — entrevistando uma amostra de alunos. Nela surge uma descoberta surpreendente. Quando perguntou aos alunos o que mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: a bagunça dos outros! São os próprios estudantes que clamam por uma disciplina careta. Não é lamento de professor saudosista. Ou seja, os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não parece, pois pesquisas nos Estados Unidos e na França sugerem o mesmo. A bagunça é tóxica.
A ideia de que a escola não pode tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma mais sofisticada, vale a pena repetir o princípio de que a minha liberdade acaba onde começa a lesai- a liberdade de outrem. No caso, a liberdade dos colegas para estudar e aprender.
Veja - 06/01/2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Cristo na TV em 2013
Neste fim de ano senti falta dos filmes sobre o nascimento de Cristo, principalmente nos canais fechados de TV. Uma história tão bonita sobre sacrifício, perdão, caridade, amor ao próximo e tantas outras virtudes.
Acredito que a civilização ocidental chegou até aqui, com seus erros e acertos, graças a moral judaico-cristã que a conduziu por mais de três mil e quinhentos anos, ao longo de inúmeras batalhas.
Apesar de vivermos proporcionalmente tempos menos violentos segundo o psicólogo Steven Pinker "Os Anjos Bons Dentro de Nós – Por que a Violência Declinou" (2011), a brutalidade é focada de um modo tão intenso que nos tornamos insensíveis ao martírio que Jesus sofreu na cruz pela humanidade.
Só que parece que estão querendo impor também que ser cristão ou católico é politicamente incorreto, e as TVs covardemente se submetem ao jugo de uma minoria histriônica.
A imagem das instituições que representam a história de Jesus vem sendo desgastadas paulatinamente através de um instrumento de batalha poderosíssimo que já foi usado muitas vezes no passado principalmente depois da invenção da prensa gráfica pelo alemão Gutenberg, ajudando, principalmente, a criar a imagem exageradamente cruel da inquisição católica (coisa desmentida depois da abertura dos arquivos do Vaticano ao pesquisadores, mas pouco divulgado).
Este poderoso instrumento de guerra, a manipulação de informações, é encontrado dentro das redações, nas empresas de marketing, nos jornais, nas escolas, nas universidades e todos os lugares onde alguém foi cooptado, em uma constante realimentação, sempre trazendo a posição "crítica" de ideias inovadoras como se estas fossem as redentoras da humanidade.
Vimos o que as ideias de se fazer "uma nova humanidade" trouxe para sociedade (em termos de banhos de sangue - Revolução Francesa, Comunismo e Nazismo). Logo, estas são as consequências das ideias que mudam a cultura, deteriorando criminosamente o senso moral da sociedade.
É muito perceptível que nos apeguemos em demasia ao que é novo, e que temos verdadeiro incômodo com as ideias conservadoras. Já se perguntaram por que isso ocorre, e o tanto de sugestões subliminares (sem perceber conscientemente) que estamos sofrendo?
Existem duas grandes fontes de energia para mudar o mundo: a raiva e a fé. Qual você escolhe? Mas lembre-se, primeiro devemos mudar a nós próprios.
Entrevista em http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/steven-pinker-vivemos-no-melhor-dos-tempos/
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
A natureza do Brasileiro se revela: inveja pelo sucesso e satisfação pelo fracasso alheios
Em 1921 o Premio nobel de medicina ficou sem vencedor. Não foi dado a ninguem e sabe porque? Por sabotagem dos seus pares brasileiros. Vejam o relato do historiador argentino Sierra-Iglesias:
“En 1921 era propuesto para el Premio Nobel de Medicina, y cuando todo presumía que le sería otorgado, inconfesables influencias se interpusieron. El Instituto sueco se había dirigido a organismos científicos del Brasil recabando datos sobre su personalidad, sobre su obra, pero algunos sus propios compatriotas (increíblemente, entre ellos algunos no médicos, por lo tanto primariamente inhabilitados para juzgar el descubrimiento de la tripanosomiasis), lo desaconsejaron, siendo este año declarado desierto este codiciado lauro mundial”.
Nos estamos inundados de pessoas como este autor de "O rei do camarote e o mito do vencedor" nas redações, nas empresas de marketing, nos jornais, nas escolas, nas universidades em uma constante realimentação, sempre trazendo a posição "crítica" de ideias inovadoras como se estas fossem as redentoras da humanidade. É muito perceptível que nos apegamos em demasia ao que é novo e que temos verdadeiro incômodo com as idéias conservadoras. Por que isso?
Como consequência a sociedade está perdendo os valores morais que garantiram sua sobrevivência ao longo destes últimos quatro mil anos (+/-), os valores de família, os valores de amizade, os valores de honra, respeito, etc.
Só que no caso do sucesso financeiro as variáveis são outras. Ele não não vem para o mais sábio ou mais ético ou mais inteligente ou culto. O sucesso é daquele que estava preparado, viu uma oportunidade onde ninguém mais viu e apostou, se arriscou.
Para os homens da cultura (músicos, escritores, jornalistas, etc) não é muito fácil ter sucesso financeiro por si mesmos. Muitos preferem a segurança institucional e, muitas vezes da ajudinha do estado pela Lei Rouanet, e se contorcem quando um aparente idiota fora deste circulo, vence.
Mas o pior não é isso. É que estes homens de "cultura" odeiam mais do que tudo é que estas pessoas vencem pensando coisas diferentes deles. Isso, se eles pudessem, não seria permitido. Aliás eles não permitem e, através de seus veículos de trabalho, fazem o julgamento e o condenam alegando que isso é a opinião da sociedade.
Compare os sentimentos que geram os casos do pobre-menino-rico rei do camarote e do ex-bilionário Eike Batista. O primeiro gera inveja pelo sucesso e o outro, satisfação pelo seu fracasso.
Cuidado para não estar dando apoio a inveja do autor como se fosse ele possuidor de algum dom da verdade. É só um ponto de vista.
Referencias:
- O Nobel perdido, 1999 - por Marília Coutinho, especial para a Folha. http://www.submarino.net/cchagas/artigos/art4.htm
- O rei do camarote e o mito do vencedor http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-rei-do-camarote-e-o-mito-do-vencedor-1654.html
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