sábado, 19 de março de 2016

Agente público comprometido com as desonestidades

Meus caros amigos e leitores (poucos, eu sei), 

Estou registrando aqui minha indignação para com uma comunicação interna promovida pelo gestor maior da instituição em que trabalho, que é do Governo Federal em um nítido desvio de finalidade e de função.
Como instrumento de controle social com nítida intenção de moldar comportamentos, os quais moldarão crenças (Teoria do Dissonância Cognitiva - Leon Festinger), este tipo de comunicação originada pelo gestor constrange aqueles que estão subordinados a uma relação de hierarquia.
Se utiliza de mecanismos retóricos ao estilo do marketing politico como uso de instrumentos da psicologia de massas do fascismo: ameaça, medo, indignação, desconstrução de reputações, etc.
Logo abaixo está a peça e em seguida voltarei com a resposta.

E-mail do Diretor do IFBA-campus Salvador
Enviado: Quinta-feira, 17 de março de 2016 23:01:44

Prezada Comunidade do IFBA/ Campus de Salvador,

Estamos atravessando um momento delicado na política do país.
O Estado Democrático de Direito tem sofrido ameaças. Solicitamos que cada pessoa, independente de predileção partidária ou opção governamental, reflita e avalie os riscos que estamos correndo quando garantias democrática básicas são violadas por quem deveria assegurar o respeito aos ditames constitucionais do pais. Fiquem atentos as noticias veiculadas por uma imprensa comprometida com as velhas teses da ditadura civil/militar, golpista, que nunca respeitou a vontade do povo.
O engajamento da comunidade do IFBA nos atos em defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito é necessário e fundamental. Não podemos nos omitir neste momento histórico. A liberdade que conquistamos custou a vida de muitos homens e mulheres que lutaram para derrotar a ditadura civil/militar, não podemos permitir nenhum retrocesso.
As apurações de fatos ilícitos devem continuar dentro do que está estabelecido na Constituição e nas demais leis, com imparcialidade, amplo direito de defesa e punindo a todo e qualquer cidadão que tenha sua participação comprovada. No entanto não se admite a condução seletiva das apurações, guiadas por inspirações partidárias ocultas de juízes que, de modo prepotente, agem como se fossem senhores da razão e do direito.
A Escola que defendemos reque liberdade e democracia! Está em nossas mãos a defesa do ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

VOLTEI

Resposta ao e-mail abaixo
Enviado em: 18 de março de 2016 09:07

Caro Diretor do IFBA - campus Salvador

Com todo respeito, o senhor não pode usar a máquina publica para fazer defesa equivocada da realidade ultima que vivemos.
O discurso de que corremos risco de golpe, confundindo a atual circunstância de crimes de corrupção, desrespeito às leis e vilipêndio ao patrimônio da união (Petrobrás) não pode ser confundido com o problema de polarização mundial gerado pela guerra fria (USA x URSS) a mais de 60 anos.
Devido aquela polarização os países que adotaram a democracia com liberdade de mercado melhoraram muito mais a qualidade de vida de seu povo do que aqueles que se deixaram escravizar pelo discurso ideológico da esquerda que trouxe miséria, dor, escravidão (Afeganistão, Alemanha Oriental, Cuba, Coréia do Norte, Laos, Vietnam, Republicas Democrática Africanas como Angola, Benim, Congo, Moçambique, etc.). Logo é uma grade propagação de mentiras.
A oportunidade que estamos vivenciando hoje de fazer aquilo que o PT no passado lutou e tanto se distanciou, que é a busca pela ética e pela moralidade, não pode ser confundido com risco ao Estado Democrático Constitucional de Direito.
Este citado partido com tantos integrantes do alto escalão condenados e presos por crimes, que envolvem a atual mandatária do país, inclusive no golpe da eleições de 2014, não pode continuar impondo sua vontade acima da vontade de milhões de brasileiros descontentes, muitos dos quais arrependidos do voto dado nas últimas eleições.
A política não pode impor sua vontade nas mentes da intelectualidade dos país. Esta nossa escola com tantos representantes da elite pensante não pode se subjugar à moralidade distorcida de quem sempre visou um projeto de poder e não um projeto político para nosso país.
Chega de utilizar a máquina publica para fazer propaganda político partidária.

José Lamartine
Professor


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quinta-feira, 17 de março de 2016

Por que não sou liberal - por Olavo de Carvalho

Por que não sou liberal
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 08 de março de 2007

« Há muitos motivos para você ser contra o socialismo, mas entre eles há dois que são conflitantes entre si: você tem de escolher. Ou você gosta da liberdade de mercado porque ela promove o Estado de direito, ou gosta do Estado de direito porque ele promove a liberdade de mercado. No primeiro caso, você é um “conservador”; no segundo, é um “liberal”.
(…)
Ou você fundamenta o Estado de direito numa concepção tradicional da dignidade humana, ou você o reinventa segundo o modelo do mercado, onde o direito às preferências arbitrárias só é limitado por um contrato de compra e venda livremente negociado entre as partes.
(…)
O conservadorismo é a arte de expandir e fortalecer a aplicação dos princípios morais e humanitários tradicionais por meio dos recursos formidáveis criados pela economia de mercado. O liberalismo é a firme decisão de submeter tudo aos critérios do mercado, inclusive os valores morais e humanitários.
O conservadorismo é a civilização judaico-cristã elevada à potência da grande economia capitalista consolidada em Estado de direito. O liberalismo é um momento do processo revolucionário que, por meio do capitalismo, acaba dissolvendo no mercado a herança da civilização judaico-cristã e o Estado de direito. »







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domingo, 24 de janeiro de 2016

Homens para os novos tempos (por Nivaldo Cordeiro)

22 JANEIRO 2016

Quando alguém começa ou acaba um texto ou um discurso falando mal de Jair Bolsonaro e da “direita” ou é um engajado esquerdista ou um maria-vai-com-as-outras.


Observo com interesse as primárias das eleições norte-americanas. Ventos novidadeiros sopram de lá. Qualquer que seja o candidato escolhido pelo Partido Republicano terá grandes chances de se eleger sobre o moribundo, medíocre e canhoto governo de Obama e seu Partido Democrata. Obama sairá desmoralizado da Casa Branca.

Entre os republicanos, o candidato por quem mais nutro simpatia é Donald Trump. Este, embora quase grosseiro nas suas falas diretas, é exemplo das qualidades que mais se preza nos nascidos na América do Norte: afirmativo, conservador em costumes, liberal em economia, contra qualquer iniciativa de governo mundial, defensor ardoroso de suas fronteiras e da supremacia americana. A população de todo o mundo, submetida há mais de um século de propaganda esquerdista, agora despertou. Na América também. Esquerdismo é engodo pernicioso.

O fenômeno se repete na Europa, cuja questão dos refugiados precipitou o despertar do eleitorado. Nenhuma pessoa sensata pode ser a favor da política migratória da socialdemocracia e dos demais partidos à esquerda. A experiência da União Europeia, enquanto experimento de um governo mundial, naufraga dia a dia e os eleitores estão preferindo a plataforma conservadora e a volta das bandeiras nacionalistas. A direita ganha em toda parte. Os pontos programáticos são praticamente os mesmos do Partido Republicano.

Entre nós, o político que mais se aproxima dessa nova onda mundial é o deputado Jair Bolsonaro. Se ele não se deixar cooptar pelas práticas políticas tradicionais e mantiver o bom nome e a lisura é questão de tempo que seja feito presidente da República. Será o desespero da esquerda no poder, que há décadas luta para não permitir o ressurgimento da direita e sempre satanizou quem apareceu eleitoralmente viável. Bolsonaro, enquanto grande brasileiro, tem as qualidades necessárias para exercer a primeira magistratura.

É claro que a eleição eventual de Donald Trump e mesmo de Marie Le Pen pode pavimentar o caminho da chegada da direita ao poder em nosso país. Hoje ela se encontra sem apoios internacionais e enfrentando o onipresente discurso esquerdista do politicamente correto. Isso mudará radicalmente com a simples chegada do Partido Republicano ao poder, assim como da chefe política francesa.

Quando alguém começa ou acaba um texto ou um discurso falando mal de Jair Bolsonaro e da “direita” ou é um engajado esquerdista ou um maria-vai-com-as-outras. Reinado Azevedo se enquadra na primeira definição, ele que vitupera tanto contra o deputado carioca. Reinaldo é tucano assumido e, enquanto tal, tem ojeriza à simples ideia de os conservadores voltarem ao poder. Vimos bem o que Fernando Henrique Cardoso fez nas últimas eleições, orientando os candidatos de seu partido a repudiar o discurso conservador. Perderam tudo. Reinaldo reza pela cartilha da socialdemocracia.

É quase um gesto de salvação nacional demonstrar respeito e apoio por nomes como o de Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado enquanto possíveis candidatos à Presidência da República. Certamente é um gesto de coragem, pois tem-se que enfrentar o discurso da malta esquerdista onipresente nos meios de comunicação. A desordem toma conta da nação, as incertezas econômicas se acumulam, os valores estão se desmilinguindo (para usar o termo caro a FHC). Está chegando a hora do basta. Será em breve.

Quem viver verá.

www.nivaldocordeiro.net





Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/16307-homens-para-os-novos-tempos.html

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sábado, 16 de janeiro de 2016

Árvore dos mitos e Religiões

Navegando pela web encontrei esta espécie de “matriz” que apresenta uma espécie de “árvore genealógica” dos mitos e Religiões que conhecemos.


Clique na imagem para ter acesso a versão ampliada


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sábado, 2 de janeiro de 2016

A narrativa feminista de Márcia Tiburi - por O. Braga

A narrativa feminista de Márcia Tiburi - por O. Braga

Sexta-feira, 1 Janeiro 2016, 11:16 am 

Muita gente não sabe que, na I República portuguesa, a grande maioria dos homens não podia votar; mas as feministas adulteram a História e afirmam que só as mulheres não podiam votar. Sabemos, por exemplo, que na Idade Média a esmagadora maioria dos homens — incluindo muitos membros da nobreza — eram analfabetos; mas as feministas dizem que só as mulheres eram analfabetas e, por isso, “vítimas do sistema do patriarcado”.
“Só são gravadas na História as distorções de uma ideia política causada pelas circunstâncias nas quais actua”. — Nicolás Gómez Dávila
Da parte do feminismo — como aliás em toda a Esquerda — existe uma tentativa clara de distorcer as ideias políticas e a própria História, aproveitando-se da irracionalidade marcadamente emotiva da actual cultura antropológica. A ideia é a de transformar os homens em opressores e “membros do patriarcado”, e as mulheres em vítimas endémicas dos homens (tolerância repressiva).
A minha posição em relação ao feminismo — como em relação a quase tudo — é de uma análise crítica e racional; não tenho qualquer preconceito negativo em relação ao feminismo: pretendo apenas analisá-lo tão racionalmente quanto possível. Neste contexto surge o seguinte vídeo de Márcia Tiburi que se auto-intitula de “filósofa” (o que quer que seja que isso signifique):
Trata-se de uma narrativa (uma estória para os meninos analfabetos funcionais) em que se utilizam palavras-mestras que são conceitos gerais; por exemplo, “direitos iguais” (¿Que “direitos”? ¿O que é um “direito”? ¿A que “direitos” temos direito?), “dominação” (que é um conceito geral marxista e comunista). As palavras-mestras são uma espécie de palavras mágicas que transformam a realidade por intermédio de uma fé metastática — são palavras de encantamento que supostamente colocam em causa a realidade: através das palavras-mestras, pretende-se que toda a realidade se transforme automaticamente. Por exemplo, se toda a gente chamar  “pau” a uma “pedra”, a estrutura molecular da pedra transforma-se (transmuta-se de forma alquímica) automaticamente na estrutura molecular do pau.
Dentro a narrativa, estabelece-se um maniqueísmo — uma falsa dicotomia — entre os homens e as mulheres, maniqueísmo esse que tem como corolário a valorização dos princípios da chamada “sociedade patriarcal” que o próprio feminismo condena!. Ou seja, o que se pretende com esse maniqueísmo feminista que opõe mulheres a homens e vice-versa, é uma suposta inversão das alegadas relações de poder entre os dois sexos, e tudo isto em nome de uma “igualdade de direitos” que ninguém sabe bem o que é. ¿Que “igualdade de direitos” é essa? ¿Será, por exemplo, o “direito” do homem a parir? ¿Onde começa o direito e acabam os condicionalismos da Natureza?
O que se valoriza, no feminismo, é o homem e os seus atributos gerais.
O feminismo é uma contradição nos seus próprios termos, incapaz de encontrar a síntese triádica que o faça escapar dos limites impostos pela Natureza.
A pergunta que fazemos às feministas (e aos “feministos”: não desprezar a desconstrução da linguagem) é a seguinte: ¿Qual é a alternativa que propõem àquilo a que chamam de “sociedade patriarcal”?
Os revolucionários amadores — os “idiotas úteis” de Lenine — não são claros quanto ao que esperam colocar no lugar do “sistema” que tanto criticam. Mas os revolucionários profissionais sabem bem que a melhor alternativa à famigerada “desigualdade de direitos” é a sonegação desses “direitos desiguais”.
Porém, aqui opinião das feministas divide-se: umas seguem Engels e defendem uma “sociedade matriarcal com direitos iguais” — partindo do princípio erróneo segundo o qual, em uma sociedade matriarcal, os “direitos são iguais”, e que a “dominação” acaba. Outras seguem apenas a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt (marxismo cultural): criticam a realidade mas não oferecem qualquer alternativa viável racionalmente, concreta e objectiva. Não sei bem onde se posiciona aqui a Márcia Tiburi.

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Fonte - https://espectivas.wordpress.com/2016/01/01/a-narrativa-feminista-de-mrcia-tiburi/

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A EPIDEMIA DO SUICÍDIO DO TRANSGÊNERO

A EPIDEMIA DO SUICÍDIO DO TRANSGÊNERO



"18 ago 2015 (LifeSiteNews) - Pessoas que sofrem de confusão de gênero são estimulados pelo clima cultural atual para "ser eles mesmos", o que significa rejeitar o sexo com que nasceram.

Adolescentes "transgênero" são ensinados que o que eles sentem é quem eles são e que, para ser feliz e realizado, eles devem se tornar o sexo oposto. Quando Bruce Jenner decidiu olhar publicamente como uma mulher, ele foi apoiado pela mídia de massa. Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, quando Jenner decidiu fazer a cirurgia de castração, aplaudiu-o como um herói "corajosa".

Mas os estudos mostram repetidamente que as pessoas "transgêneros" que procuram se tornar o sexo oposto são, na verdade não está feliz ou realizado. Na verdade, uma guerra interna de vida-ou-morte está ocorrendo continuamente, na medida em que muitos, se não a maioria, procuram acabar com suas vidas.

Foi o que a Fundação Americana para Prevenção do Suicídio e o Instituto Williams descobriu quando a fundação analisou os resultados da Pesquisa Nacional de Discriminação contra Transgêneros. O número de tentativas de suicídio é desolador.

Mais de 41% das pessoas "transgêneros" tentam se matar. Isso é dez vezes a taxa de tentativa de suicídio 4,6% da média nacional americana."

E este estudo não é a única prova de que aqueles que procuram viver como se fossem do sexo oposto estão, de fato, se matando. Mais de uma dúzia de outras pesquisas em todo o mundo têm encontrado as mesmas assustadoramente altas taxas de suicídio.

Uma pesquisa nacional com mais de 6.500 pessoas transgêneros pergunta "Você já tentou se suicidar?" Quarenta e um por cento respondeu: "Sim."

"Níveis cronicamente elevados de estresse", "ansiedade" e "depressão" são mais comumente relatados entre pessoas transgêneros ativos. Auto-mutilação por corte é muitas vezes relatados também.

A linha telefônica de ajuda suicídio para transgêneros, Trans Lifeline, movimentou sozinha mais de 20.000 chamadas nos primeiros nove meses de operação. Greta Gustava Martela, uma lésbica que fundou a linha telefônica de ajuda, resume: "Com 41% de tentativa de suicídio, você tem que assumir que algo não está funcionando para as pessoas transexuais."

A mídia atribui a explosão da taxa de suicídio transgênero a influências externas, tais como rejeição dos pais e pares, mas não considera trágica e intrínseca batalha interna da pessoa transgênero em viver com uma dicotomia psicológica.

Os fatos falam o contrário. A Universidade de Birmingham  - Aggressive Facility Intelligence Research de (ARIF) fizeram uma revisão médica que descobriu que não há nenhuma evidência conclusiva de que operações de mudança de sexo melhoram a vida dos transexuais. Na verdade, muitos transexuais continuam internamente gravemente angustiados e suicida após a operação.

Chris Hyde, diretor da ARIF, explicou: "Um grande número de pessoas que têm [mudança de sexo] cirurgia permanecem traumatizadas - muitas vezes ao ponto de cometer suicídio."

E ainda o esforço para ignorar os fatos suicidas e ensinar até mesmo as crianças do ensino fundamental que as pessoas transgêneros estão cumprindo seus "verdadeiros" eus. Como Stella Morabito escreveu no The Federalist: "O [transexuais] não tem permissão para falar sobre o seu arrependimento. Não Abertamente. O lobby ativista político transgêneros suprime a discussão de arrependimento de mudança de sexo."

Alguns pacientes transexuais têm dito que eles perceberam, tarde demais, que as operações de mudança de sexo não fez jus à sua promessa. Alan Finch explica: "Você não pode mudar fundamentalmente o sexo. ... A cirurgia não altera geneticamente você. É a mutilação genital [.] ... Foi tudo uma terrível desgraça[.] ... A analogia que eu uso sobre a cirurgia para alguém desesperado para mudar de sexo é que é um pouco como oferecendo lipoaspiração para uma anoréxica ".

O campeão de tênis Renée Richards, que passou de masculino para "feminino" nos anos 70, escreveu: "Teria sido melhor ficar do jeito que eu era - uma pessoa totalmente intacta ... Eu não quero que ninguém tenha-me como um exemplo a seguir [.] ... Eu recebo um monte de cartas de pessoas que estão pensando em ter esta operação ... e eu desencorajá-los todos."

Tradução do site - https://www.lifesitenews.com/news/gender-confused-suicide-rate-ten-times-national-average

O Relatório  "As tentativas de suicídio entre transgênero e adultos com gênero não conformes - CONCLUSÕES DA PESQUISA NACIONAL DE DISCRIMINAÇÃO DE TRANSGÊNERO" está  AQUI

Sobre a Psicopatologia associada aos transgêneros favor ler artigo AQUI





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"Caitlyn" Jenner e o parecer do ex-chefe de psiquiatria do Johns Hopkins

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O Dr. Paul R. McHugh é um brilhante ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital. Ele já escreveu mais de 125 artigos bem avaliados pelos colegas em revistas médicas, e publicou seis livros acadêmicos. Quando se trata das mudanças recentes do ex-atleta olímpico Bruce Jenner, ele tem coisas a dizer que deixará os esquerdistas furiosos.
McHugh reafirma o óbvio – mudar o sexo de um ser humano não é possível. E, em vez de um movimento que libertador, sexualmente falando, aqueles que se pensam "transgêneros" estão, na verdade, sofrendo de um transtorno mental que destrói a vida. Uau!
Dê uma olhada no que ele tem a dizer...
"Enquanto a administração Obama, Hollywood e grandes meios de comunicação, como a revista Time, promovem o transgenerismo como "normal", disse o Dr. McHugh, estes 'responsáveis pelas políticas e pelos meios de comunicação não estão nos fazendo favor algum, seja ao público ou aos transgêneros, e tratam suas confusões como um direito que necessita ser defendido e não como um transtorno mental que merece compreensão, tratamento e prevenção'.

'Este sentimento intensamente sentido de ser transgênero constitui um transtorno mental em dois aspectos. O primeiro é que a idéia de desajustamento sexual está simplesmente equivocada – não corresponde à realidade física', escreveu McHugh. 'O segundo é que ela pode levar a resultados psicológicos sombrios'.
A desordem da pessoa transgênero, disse o Dr. McHugh, está na 'suposição' da pessoa de que ela é diferente da realidade física de seu corpo, a sua masculinidade ou feminilidade, conforme atribuído pela natureza. É uma doença semelhante à de uma pessoa "perigosamente magra" que sofre de anorexia que se olha no espelho e pensa que está com 'excesso de peso', disse McHugh.
Esta suposição, de que o gênero de alguém está apenas na mente, independentemente da realidade anatômica, tem levado algumas pessoas transexuais a pressionar pela aceitação social e afirmação da sua própria 'verdade pessoal', subjetiva, disse o Dr. McHugh. Como resultado, alguns estados – Califórnia, New Jersey e Massachusetts – aprovaram leis impedindo os psiquiatras, 'mesmo com a autorização dos pais, de se esforçarem para restaurar os sentimentos do gênero natural, em um transgênero menor', disse ele.
Os defensores pró-transexuais não querem saber, disse McHugh, que estudos mostram que entre 70% e 80% das crianças que expressam sentimentos transexuais 'perdem espontaneamente esses sentimentos' ao longo do tempo. Além disso, aqueles que tiveram a cirurgia de redesignação sexual, disseram em sua maioria que estavam 'satisfeitos com a operação', mas seus ajustamentos psico-sociais posteriores não foram melhores que aqueles que não tiveram a cirurgia.
E assim, no Hopkins, paramos de fazer a cirurgia de redesignação sexual, uma vez que a produção de um paciente 'satisfeito', mas ainda perturbado, parecia uma razão inadequada para amputar cirurgicamente órgãos normais, disse o Dr. McHugh.
O ex-chefe de psiquiatria do Johns Hopkins também alertou contra permitir ou incentivar certos subgrupos de transgêneros, tais como os jovens "suscetíveis à sugestão da 'educação sexual' do ‘tudo é normal’, e dos 'conselheiros da diversidade'" das escolas, que, como 'líderes da tribo', podem 'incentivar tais jovens a se distanciarem de suas famílias e oferecer conselhos sobre como refutar argumentos contra a cirurgia transexual'.
O Dr. McHugh também informou que há 'médicos equivocados', que, trabalhando com crianças muito pequenas que parecem imitar o sexo oposto, irão administrar 'os hormônios do retardamento da puberdade para tornar as cirurgias de mudança de sexo posteriores menos onerosas – embora as drogas evitem o crescimento das crianças e tragam o risco de causar esterilidade'.
Tal ação se aproxima "de abuso infantil", disse o Dr. McHugh, considerando que cerca de 80% dessas crianças vão "abandonar a sua confusão e crescer naturalmente na vida adulta se não tratadas...".
(via CNS News)
Esse tipo chocante de mudança de vida deve ser comemorado. Devemos ter grande simpatia por pessoas que lutam com essa doença, pois, é algo muito bizarro passar voluntariamente por essas grandes mudanças num nível superficial.
Certamente, os comentários do doutor vão irritar muitos ativistas esquerdistas e transgêneros, mas é a verdade. Por favor, compartilhe suas palavras no Facebook e Twitter se você concorda!
Publicado no The Political Insider.      

Tradução: William Uchoa

OBS.: Sobre a questão do suicídio associado aos transgêneros veja AQUI




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O anúncio de Olavo Bilac

O anúncio de Olavo Bilac Autoria desconhecida Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade rural, um ...