As obras aqui publicadas podem não ser inteiramente ficcionais, podendo corresponder ao comportamento ou opinião pessoal de seus autores. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais será mera coincidência?

sábado, 10 de agosto de 2013

Vadiagem institucionalizada por Bruno Braga

Saturday, August 10, 2013

Bruno Braga.
 


A imagem acima reproduz um trecho do manifesto publicado pela Marcha das Vadias do Distrito Federal que apoia a “performance” CRIMINOSA – tipificada no Código Penal, artigos 208 e 288, e na Lei Federal 7.716-89, art. 20 – realizada na manifestação organizada pela representação do grupo no Rio de Janeiro durante a Jornada Mundial da Juventude [1].

No recorte do texto apresentado, o princípio da inversão é expresso em grau de patologia. O grupo reivindica “respeito” e “tolerância”; porém, simultaneamente, fomenta e apoia o escárnio e o aviltamento dos fiéis e de seus objetos e símbolos religiosos. Sem pudor ou qualquer constrangimento, pelo contrário, com arrogância e atrevimento, transforma o insulto e a agressão – um CRIME – em LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

A “performance” realizada no Rio de Janeiro deixa qualquer pessoa espantada. É difícil imaginar alguém indiferente diante dos registros, das fotos, mesmo um ateísta militante - supondo nele um mínimo de bom senso. Ocorre que a Marcha das Vadias-DF considera aquele ato bizarro um ato “normal” e de protesto. Para a liderança do grupo, enfiar uma cruz no ânus é um “ato político”. Trata-se – na cabeça das ativistas – da politização do orifício anal.

Por causa de ideias perturbadas semelhantes a esta, as feministas Vadias levantam a bandeira do aborto afirmando o “direito” da mulher contra o “fundamentalismo religioso” e contra o Estado que o tutela. Elas são incapazes de compreender que o aborto não é uma questão “política” ou de “doutrina”, de “catecismo religioso”; ele é, antes de qualquer coisa, um ASSASSINATO. A perturbação que antepõe um tecido de estereótipos e expressões vagas - “direito da mulher”, “fundamentalismo religioso”, “Estado laico” – a um feto dilacerado é a mesma que considera socar uma cruz no ânus um “ato político”.

Mas, as “ideias” absurdas das Vadias não são apenas entes abstratos. Elas geram efeitos práticos que recaem sobre todo o conjunto da sociedade. A Marcha das Vadias do Distrito Federal foi convocada e recebida pela Presidente da República com o status de “VOZ DAS MULHERES” e representante “DO POVO”. Ela foi chamada para traçar os rumos da nação. Sua liderança está alocada na área de “planejamento” da Secretaria de Políticas para as Mulheres [2] – que, a propósito, é ocupada por uma Ministra que se vangloria de ter participado de treinamento clandestino de aborto na Colômbia [3]. Enfim, a VADIAGEM não está apenas no ativismo, em passeatas ou “performances” bizarras; a VADIAGEM foi institucionalizada.


***

“Minhas melhores professoras foram justamente as prostitutas”.


No Seminário “Escola sem Homofobia”, evento que marcou a promoção do Kit-gay na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em 2010, Indianara Siqueira se vangloriou deste “modelo” sublime de educação [4]. Jean Wyllys – na condição de “jornalista”, “escritor” e “professor” – participou do lançamento do material “didático” que fomenta o gayzismo nas escolas.

Indianara trabalhou na organização da passeata CRIMINOSA promovida pela Marcha das Vadias durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Ela é uma das defensoras da regulamentação da profissão de PROSTITUTA – um projeto de lei assinado pelo ativista gay e agora Deputado Federal Jean Wyllys.

Indianara Siqueira e Jean Wyllys.

Sob o pretexto de combater o HIV, o Ministério da Saúde faz, literalmente, apologia da PUTARIA – campanha que tinha Jean Wyllys como promotor.




  

Notas.


[2]. Idem.

[3]. Cf. BRAGA, Bruno. “Teste de sensibilidade – um resultado provável” [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/03/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x_18.html].


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