sexta-feira, 7 de novembro de 2008
As pessoas não se demitem, demitem-se de seus líderes.
Nesta hora em que mais um colega troca nossa instituição por outra, fico feliz porque ele está buscando uma situação mais adequada de trabalho e de vida, mas preocupado conosco.
Para cobrir as carências de profissionais tanto aqui no Cefet como nas Universidades e Empresas Privadas, recorre-se a concursos, seleções etc. Então seleciona-se os profissionais, certo? Acho que não. Acredito que não fazemos mais estas escolhas. É uma ilusão achar que os escolhemos. Eles nos escolhem.
Nosso nível de salário não é mais tão diferente em relação a Universidade então, o que estamos fazendo para tornar nossa instituição mais atraente?
Não temos mais ex-alunos se tornando professores com a mesma incidência do passado. O vínculo afetivo com a instituição, o orgulho de seguir os passos dos mestres, fez muitos colegas ex-alunos se doarem alem do esperado, se sacrificarem aos olhos dos demais, que não entendiam porque aquele professor trabalhava tanto. E hoje?
Voltando as questões atrativas e desafiadoras que não conseguimos empreender e que merecem atenção, tem uma outra questão: que condições “impomos” a estes profissionais, muitas vezes intimidados em seu estágio probatório?
O texto a seguir fala de “Talentos e o Futuro da sua Empresa” e, mesmo que façamos parte de uma autarquia federal é interessante saber que o mundo gira, as pessoas fazem, criam, aprendem e crescem por estarem conseguindo abrir a mente e ver alem de seus próprios umbigos. O autor faz uma provocação dizendo que quando pessoas pedem demissão, na verdade "...as pessoas não se demitem (...), demitem-se de seus líderes."
Um abraço
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José Lamartine Neto
CEFET-BA/DTEE/Automação
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"Todos nós nascemos originais e morremos cópias." (Carl Gustav Jung)
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Talentos e o Futuro da sua Empresa
Por Silvio Celestino
23/09/2007
Texto disponível em http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Talentos_e_o_futuro_de_sua_empresa.htm
Sem profissionais com habilidades extras o destino de seu negócio será basicamente o crescimento moderado a estagnação ou o declínio até o desaparecimento e o que é pior: tudo a custa de muito esforço. A criação de talentos dentro da organização é portanto, uma questão que assegura o futuro da empresa. Este processo é feito basicamente a partir de desafios. São eles que estimulam os profissionais a se desenvolverem. Quanto mais percebe sua capacidade de enfrentar e superar desafios, mais interesse o profissional desperta por novas habilidades. É este desenvolvimento em suas várias dimensões que formam o talento do profissional e o torna valioso para a empresa. A criação dele começa, portanto, com a habilidade de se criar desafios e saber alinhar os propósitos do profissional ao da empresa.
Entretanto, uma vez criado, o próximo estágio que se impõe é a retenção deste profissional nos quadros da organização. Neste ponto é importante observar que as pessoas não se demitem das empresas, demitem-se de seus líderes. O indivíduo sabe que do mesmo modo que teve de se esforçar para lapidar seus talentos, a empresa teve uma contribuição decisiva não apenas proporcionando-lhe o emprego, mas treinamento e desafios para seu crescimento. Entretanto, o empresário não deve esperar reconhecimento por isso. Muitos se desiludem por achar que pelo fato de terem investido valores e tempo no desenvolvimento do empregado, este lhe deve lealdade ou mesmo compromisso para manter-se em seu posto por um tempo que represente o retorno sobre o investimento no treinamento. A realidade é que as pessoas para ficarem na empresa devem perceber que são respeitadas, pagas adequadamente e que possuem futuro. Por esta razão que se deve ter um profundo interesse em se manter antes de mais nada um clima organizacional positivo a partir do respeito a todos seus liderados. Além disso a empresa deve ter ações constantes para o crescimento. É a falta de crescimento que gera dúvidas sobre as possibilidades de futuro do profissional dentro da empresa. Quando se tem de forma permanente o crescimento como meta, os desafios automaticamente ficam cada vez maiores, realimentando o ciclo.
Contudo, se você decide pagar menos a seus funcionários para ter dinheiro para treiná-los, é melhor nem fazer o treinamento. Salários não são determinados pelo quanto você investe na formação de seu empregado, pelo prestígio de sua marca ou mesmo por seu carisma. Salários são determinados primordialmente pelo mercado. O melhor que a empresa pode fazer é pagar em acordo com ele e preocupar-se de forma constante e consistente com a formação de seus líderes. Eles são os principais responsáveis pela perda de talentos na organização devido acima de tudo por sua pouca formação em habilidades de liderança e que muitas vezes foram aprendidas de forma empírica e quase sempre inadequada. Não é raro nos workshops de liderança que ministro ver líderes que não sabem dar um feedback, fazer o follow up, delegar ou ao menos se comunicarem apropriadamente com seus liderados. Não há como se criar e reter talentos com executivos sem as habilidades mínimas de liderança.
Gerar desafios constantes alinhando propósitos empresariais e pessoais, pagar salários em acordo com o mercado e desenvolver continuamente seus líderes são ações que aumentam as possibilidades de se criar e reter talentos na empresa. São eles que garantem o futuro da organização.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Avaliar e seus critérios
Nesta instituição de formação profissional, baseamo-nos em práticas pedagógicas para o ensino tecnológico e científico. Os conteúdos que abordo em sala de aula ou laboratório visam fornecer ao aluno informações que o ajudarão a identificar, mensurar e avaliar a melhor forma de tomar decisões. Espero que com o tempo ele faça isso, profissionalmente ou não. É claro que não sou um professor perfeito, longe disso, mas depois de 26 anos de trabalho, usando diversos modelos de avaliação escolar, percebi algumas coisas:
a) Reproduzi durante os primeiros anos de trabalho o modelo discriminador e excludente que a sociedade de então ditava como certo, sem pensar muito nas conseqüências. Hoje tenho clareza de meu papel, de minha responsabilidade e do quanto posso influir na vida das pessoas, por pouco que seja. Já vi inúmeros alunos mudando de vida e de suas famílias;
b) Já avaliei para exercer poder, pra punir, e algumas vezes para beneficiar um aluno mais do que outro. Mas também já dei um empurrãozinho para que uma oportunidade não se perdesse. Hoje eu vejo a avaliação como um caminho de mão dupla; do mesmo modo que avalio o aluno estou me avaliando, e “medindo” o quanto tenho sido bom e justo como professor (ou me auto-enganando?). Porém só eu sei o quanto estou sento honesto profissionalmente, já que não preciso usar de nenhuma retórica comigo mesmo.
c) Vários sistemas de avaliação já utilizei: pontos corridos de zero a cem; de zero a dez em quatro unidades com pesos 2, 3, 2 e 3; sistema de conceito. As médias já foram 60, depois 7, hoje é 6 e com conselho e sem conselho. Para cada um destes “modelos” tem uma parafernália de explicações, teorias e justificativas cada uma melhor do que a outra se não, não funciona.
Penso que um instrumento de avaliação, antes de ser adotado, deverá ser validado. Só aí, através de critérios apropriados pode oferecer qualidade, confiabilidade e segurança. Validação significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro.
Outra coisa tambem é quando analisamos os instrumentos de avaliação e seus critérios, existe a necessidade de se verificar que processos mentais exigimos dos alunos: memorização, associação, comparação, explicação, análise, síntese, proposição de alternativas, habilidade motora, etc. Que tipo de avaliação vamos fazer?
1) avaliação diagnóstica: fazemos está avaliação quando queremos verificar como está o processo de construção do conhecimento, se nossos métodos estão dando resultado efetivos e a partir destas constatações tomarmos decisões sobre a continuidade do nosso trabalho.
2) avaliação classificatória: utilizamos essa forma simplesmente para separar os que sabem e os que não sabe, para aprovar ou reprovar;
3) avaliação formativa: após avaliar o processo como um todo, realimentaremos o processo para sanar falhas e atingir objetivos proposto sempre priorizando a "construção" e não o resultado.
Só não podemos perder de vista que a credibilidade desta Instituição foi construída e se manteve pela capacidade de profissional de seus funcionários (professores e técnicos administrativos) e alunos. Esta reputação que abre portas para nossos alunos deve recair sobre quem? Se algum colega está deixando de fazer o que lhe é devido, lá fora sua reputação também está sendo construída no momento em que os profissionais perguntarem aos alunos/estagiários “Quem foi seu professor que ensinou isso?”.
Prepará-los para o mundo real não é um favor que fazemos. Quando criamos facilitações para nossos alunos em qualquer dos mecanismos de interação (avaliação, aulas, conselhos, etc.), com a justificativa de que isso faz parte de políticas compensatórias, acabamos por fazer as escolhas que são deles. Não os deixamos crescer.
José Lamartine Neto
CEFET-BA/DTEE/Automação
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
O arco e o cesto
Uma comunidade é, antes de tudo um espaço de trocas que vai de mercadorias, informações, favores, até a troca de mulheres (casamentos), etc.
O livro “A Sociedade contra o Estado” do antropólogo francês Pierre Clastres, tem um capítulo dedicado ao estudo dos integrantes de uma comunidade indígena nômade chamado Guaiaki que vivem na fronteira noroeste do Brasil. Começou descrevendo seus objetos, seus usos e costumes e lá pelas tantas este antropólogo começa a interpretar as funções destes objetos, os contextos e seus significados. Naquela sociedade, a sobrevivência de um membro estará comprometida se abater-lhe a “Pané”, espécie de maldição.
O capítulo “O arco e o cesto” desse livro tem o nome dos mais importantes objetos ou símbolos da tribo, que interfere nas existências e define os papeis de caçadores ou coletores, respectivamente para homens e mulheres. Como regra não é permitido a troca de papeis, cada um cuida com maestria de sua área de competência, não sendo admitido ingerências externas. Porém, se um homem toca um cesto ou se uma mulher toca o arco, o homem se sente amaldiçoado perdendo o status de caçador colocando em risco de vida a si e sua família, uma vez que a caça é a principal fonte de nutrientes tendo na coleta um complemento.
Dentre os vários pontos interpretados pelo autor, um chama a atenção que é a relação do caçador com a caça. O melhor caçador não é o que mais acumula, mas o de mais habilidade, já que sobrevive da caça do outro, ou seja, cada um caça para a tribo e não pode comer de sua própria captura. Se assim o fizer, será amaldiçoado pela “pané”, o que é uma vergonha, uma desonra como se fosse uma mudança de sexo perante a comunidade, vindo a se tornar um pária, portanto, exposto à extinção.
Ocorre também que em relação aos sentimentos que um caçador experimenta na sua atividade solitária e quase egoísta, não deve interferir no desejo de fracasso do outro, já que corre o risco de passar fome.
Desta forma, com regras simples em que a troca também lá funciona como uma "cola" social, garantem a sobrevivência.
De início, que lições podemos apreender dos Guaiakis?
- Que a origem desta tribo se perde na noite do tempo, portanto é um modelo estável e bem sucedido;
- Que nossa cultura e nosso saber é absolutamente desnecessário para eles. Na verdade não duraríamos muito por lá, logo o que nos parece certo e errado é bem relativo.
- Que aprenderam a depender do outro e inteligentemente tornaram isso uma regra.
- Que para aquela tribo é bom que o outro seja competente, já por aqui nem sempre, pois tem a inveja...
- Que vivem numa espécie de pré-historia na atualidade. Como é sabido que as neuroses surgiram com a Modernidade e suas industrias, é possível que sejam bem sadios emocionalmente.
- Que a clareza dos papeis empresta uma estabilidade naquela sociedade. Por aqui temos a presença da ambigüidade minando as relações.
E por aí vai...
Clastres, Pierre. A sociedade contra o Estado. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.
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José Lamartine Neto
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Começo perguntando o que é a Democracia
Caros colegas e amigos,
Começo perguntando o que é a Democracia?
É isso que é visto aqui dentro?
Quem não sabe, pode ver que até no Wikipédia: "A Democracia opõe-se à ditadura e ao totalitarismo, onde o poder reside numa elite auto-eleita."
Garantir iguais oportunidades sempre foi a luta da antiga oposição (hoje governo). Mas aquilo que Saramago se refere no seu “Ensaio sobre a Cegueira” , como um mal generalizado, dá a impressão que todos estão nesta condição e que ninguém vê nada, em que tudo é possível no afã do desespero. Ledo engano.
Fico me perguntando: como pretendo continuar criando meus filhos? Na base da mentira, do ataque, do engodo, ou não assumindo minhas responsabilidades alegando que não sabia? Quanto tempo mais para começar a mentir descaradamente para meus filhos? Como posso pensar em tratar diferentemente as pessoas, ter uma postura ambígua?
Não sou moralista. Meus amigos me conhecem e sabem disso. Apenas procuro ser um pouco coerente neste mundo doido.
Hoje mais do que nunca se trabalha com equipes e os políticos sabem disso há muito tempo. E sabem que nós vivemos correndo atrás de um salvador da pátria. Parece ser símbolos de uma relação edipiana: matar o pai para ter o amor da mãe, só que para isso procuramos ser igual a ele. Essa figura que migra e se transmuta, de personagem em personagem, permanecendo apenas a representação de seu papel. O pai representa os limites, a moral, a decência, a ordem e a mãe é a realização de desejo, do amor, do possível (e do impossível também), restando cair nos seus braços pensando nas suas tetas (estado, o poder, etc), só que isso é moralmente proibido, então a maioria se contem, pois possuem escrúpulos, culpa, remorso. Alguns que são desprovidos destes valores, estes “filhos” pervertidos, acabam gerando histórias pérfidas e obscuras recheando as páginas políticas e policiais.
Esta escola está se transformando em "lugar comum". Eu acredito que fazer educação é fazer a diferença, para melhor. Estar dentro de uma sociedade adoecida nos adoece também, como reflexo. Porém a cura só vem quando admitimos que estamos adoecidos, aí podemos escolher a sanidade.
Para que não sejamos burros, tens-se que abrir mão da unanimidade (pedindo licença a Nelson Rodrigues). Coloco a informação a seguir só para equilibrar, afinal quem lembra que durante anos e anos lutamos por condições iguais para disputa de cargo diretivo desta Escola? Agora que conseguimos não podemos negar ao outro as condições conquistadas, relegando-o aquilo que nos causou sofrimento, tanto a nível micro como macro (município, estado, etc).
A não ser que sejamos iguais ou piores do que eles já que não sabiam como que era este lado...
Quando coloquei o “negar ao outro”, me referi a prática comum da negação subliminar. Aparece nos comportamentos e nas falas, como a sensação, quase uma vergonha, quando alguém não concorda politicamente com a maioria, ou o deboche e ironia das mensagens, ou o desqualificar da fala do outro. Todas e muitas mais, são técnicas de violência camuflada (ou não).
Logo, o contraditório, o dialético, exerce este papel imprescindível de dar um limite, daí a importância fundamental de toda e qualquer oposição. Caso contrário é o estado total e por isso doente e absoluto.
Visitem o link abaixo. É muito fácil ver apenas um lado das coisas. Difícil é sair do imobilismo já que é confortável.
http://blog.joao15.can.br/
O candidato à prefeitura do PT de Salvador, Walter Pinheiro, vem cometendo um deslize atrás do outro nos debates televisivos. Na Band, quinta-feira passada, ao tentar criticar a administração do prefeito ...
Tenham todos uma ótima semana
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José Lamartine Neto
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
SOBRE A MORAL
Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.O urso se vira para ele e diz:
- Hei coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou o coelhinho e limpou o traseiro com ele.
MORAL DA HISTÓRIA: CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado! Te vi ontem, dando o rabo para um coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!
MORAL DA MORAL: VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!
(Não faço a menor idéia de quem seja o autor desta "pérola")
Lamartine
sábado, 13 de setembro de 2008
Aposentadoria
Pois é cara pálida, me desencantei com o PT e pior, me sinto traído.
Achei que Fernando Henrique era escroto em me empurrar uma aposentadoria para depois dos 50 anos para não ser chamado de vagabundo.
Então o Lula, que de inepto não tem nada, quer estender aos 60 anos. Pelo menos para os novos.
E ele aposentado político da "anistia" por dois dias de cadeia, que não contribui para o imposto de renda como todos os trabalhadores brasileiros, está junto com não sei quantos mais, comandando os destinos deste país, e que pegaram em armas e bombas, que atiraram mataram e mutilaram inocentes. Alguém fala que eles devem indenização? Me façam uma garapa.
Nós que começamos cedo no Serviço Público somos empurrados de um lado para outro com tanta regra diferente de aposentadoria que parece mais um complô, um serviço de desinformação.
No meio disso tudo acreditamos que é natural às coisas serem confusas no Brasil. A naturalização é uma merda, pois, quando acreditamos nela, permitimos que injustiças continuem sendo cometidas.
Eu mando estes e-mails's todos para meus alunos.
Compartilho com eles minhas opiniões e um pouco da história que vivi e como estou conseguido entender este lamaçal ideológico e escapar, nem que seja por breves instantes, da alienação coletiva em que me encontrava.
Estou entendendo a diferença entre ensinar e educar. Ensinar é fácil, às vezes basta repetir. Educar é diferente, eu tenho que ter vivido. E isso marca muito.
Um abraço e bom fim de semana
-- José Lamartine Neto
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> > Assunto: Aposentadoria privilegiada do LULA
O anúncio de Olavo Bilac
O anúncio de Olavo Bilac Autoria desconhecida Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade rural, um ...
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Testemunho do PRÉ-SAL. Carlos Galani Dos Santos Em 1978, eu, Carlos Galani dos Santos, trabalhei em uma plataforma marítima de prospecçã...
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Navegando pela web encontrei esta espécie de “matriz” que apresenta uma espécie de “árvore genealógica” dos mitos e Religiões que conhecemos...