domingo, 11 de outubro de 2009

GOSTEM OU NÃO GOSTEM, EU GOSTO por Ronaldo Cavalcante

Conversa de Cantina n. 50

GOSTEM OU NÃO GOSTEM, EU GOSTO.






O quinquagésimo número desse periódico bem que poderia ser comemorativo. Todavia me sinto no dever de sanar algumas dúvidas a respeito do Conversa de Cantina, e responder a pelo menos dois questionamentos feitos por duas pessoas idôneas, de alto poder na escola, que do alto do seu alto carguismo (desculpem mas o meu proselitismo prosaico não sabe substantivar o alto cargo), me deixaram encafifado.


A primeira delas me disse que nos meus arremedos de crônica eu não citava nomes por medo de sofrer retaliações ou perseguições (de quem?). A segunda me disse, mais recentemente, que eu não gostava de nada na escola. Então, deixei a “champagne” na adega do supermercado para um desejoso possível número cem, e vou tentar dirimir essas duas dúvidas em paralelo, inicialmente falando da ala feminina, depois da ala masculina e finalmente a parte material.


Com referência a ala feminina, eu gosto da professora Núbia, também, quem não gosta daquela sua eficiência, sorriso franco, e sempre pronta a ajudar. Gosto do sorriso da Engenheira Eliana, da Engenheira Sílvia e da Advogada Kátia. Gosto da professora Mirtânia, independente do nosso entrevero macho-feminista do passado que quase arranhou nosso idílio (eu que não tivesse pedido perdão...), somos muito próximos hoje, principalmente pela sua luta aguerrida em favor dos excluídos. Gosto da professora Dorotéia pela sua disposição de trabalho e conhecimento na sua área que muito contribui para enriquecer o conhecimento do alunado e de seus colegas. Também da professora Dilcian, por quem meu filho, seu ex-aluno, se confessou apaixonado por suas aulas. Não conheço servidoras mais eficientes e laboriosas que Gildevane e Lícia, por isso gosto delas pelo desempenho e presteza. As professoras Gina e Cléa moram no meu coração desde os tempos em que eu era substituto na Construção Civil. Gosto da professora Norma quando me chama de “Ronaldo da Cantina” não concordando com dois de nossos colegas quando tentaram me fazer acreditar que se tratava de uma espécie de gozação ou desprezo. Mas sinceramente eu acho que é um apelido carinhoso.

E o que dizer da pessoa da professora Aurina? Somos amigos desde os tempos em que éramos professores de mesmo nível. Já disse uma vez, ela teve merecimento para estar onde está, além de ser muito carismática. Eu continuo por aqui porque ainda não tive merecimento, mas não é por isso que eu vou deixar de gostar dela. As outras pessoas da ala feminina que me desculpem, porém não tenho muita aproximação para dar minha opinião sobre gostar ou não.


No que se refere a ala masculina eu diria que gosto principalmente da união de todos os professores de Mecânica. Com raríssimas exceções tenho amizade com todos eles, principalmente com professor João Dantas, velho amigo de mais de 35 anos e que foi meu primeiro chefe na área de mecânica. Também aprecio muito a busca incansável do professor Mário Cézar, por informações legais para nos orientar, e o trabalho do professor Rodrigo nas pesquisas que elevam o nome da Escola. Aprendi a gostar do trabalho do professor Gustavo e, se ele quiser se eternizar no cargo de chefe do nosso departamento, terá meu apoio.

Quem não gosta do professor Bruni, deve reavaliar seus conceitos básicos. Uma das pessoas mais amigáveis que conheci. Gosto da inteligência labor e perspicácia do professor Navarro. De riso largo, merca suas agulhinhas sem incomodar ninguém. O preço? Não se pode discutir, pois ainda não se sabe de que material são feitas. O professor Handerson é meu amigo desde os tempos em que comandava a Direp (tenho-lhe gratidão por ter me ajudadeo em um socorro médico) e ainda continua produzindo conhecimento a todo vapor. Gosto muito da educação, disposição como educador e presteza de três professores que acho similares em comportamento, que são os professores Cláudio Reinaldo(também me ajudou no socorro médico), Hugo (previu minha aprovação no concurso) e Lamartine (que transita também na área de sociologia e filosofia). Nutro uma boa amizade pelo educadíssimo professor Yan (meu velho professor de sax) e Paulo Góes (me ajudou no passado) desde os tempos de substituto. Professor Affonso é outro amigo que tenho muita admiração pelo seu trabalho meticuloso e sempre disponível no que se refere a passar conhecimento. Gosto também da dedicação e conhecimento do professor Eduardo Marinho, que além de bom amigo é um grande educador, além de juntos termos criado o primeiro seminário de construção civil da escola.

O professor Rogério foi a pessoa mais sincera que me confortou quando eu não consegui vaga no primeiro concurso que passei na escola, e quando me cumprimentou na ocasião em que, finalmente, passei no segundo concurso e fui nomeado. O professor Rui é um amigo recente que muito admiro, pois não o conhecia bem durante o tempo em que era diretor geral. Também com os professores Almir e Sílvio eu tive uma maior aproximação na gestão atual da escola. Uma pessoa que gosto muito do trabalho dele pelo dinamismo, educação e pronto atendimento, é o funcionário tercerizado Adailton, que já se tornou uma espécie de mascote do departamento de mecânica. Quem mexer com ele, mexe com todos os servidores do departamento. De outras pessoas dessa ala deixo de comentar por não me lembrar no momento (sexagenário tem dessas coisas –que me perdoem) ou porque não tenho ainda muita aproximação.

Todos esses servidores que citei e muitos outros decanos que não o fiz diretamente, os quais tento rebuscar com dificuldade na minha massa acinzentada carcomida pelo tempo, como o Prof. Adalgiso, Prof. Bráulio, Prof. Guilherme, Prof. Olivar, Profas. Sônia de Desenho e Mecânica, Prof. Luis Emilio, Prof. Plácido, Prof. Ivo, Prof. Raimundo, Prof. Adriano, Prof. Jorge Seriano, Profa. Marilda, etc., tenham sido ou não homenageados por ocasião do centenário da escola, são considerados por mim dignos de menção honrosa em qualquer evento, pelo simples fatos de serem servidores eficientes e dedicados à escola. É claro que esqueci de muitos ainda, porém eu não disponho de uma lista geral dos funcionários e, de já, me desculpo por isso.

Na parte material devo afirmar que gosto... gosto, não, sou verdadeiramente apaixonado pela a Escola como um todo, desde 1965 quando aqui aportei pela primeira vez. Mas devo confessar que é do ginásio e da área desportiva que mais gosto. Ainda tenho esperança de ver meus filhos mais novos estudando no IFBA, treinando na futura piscina olímpica e tocando na orquestra da escola. Gosto do Mestrado Minter e de todos os colegas, sendo que vou gostar mais ainda do Dinter, se for aceito. Dos campi que visitei, gostei de todos, sem exceção. Destaque para o auditório de Porto Seguro, o laboratório de construção civil de Eunápolis (e suas incompreendidas meninas da enfermagem), e a organização de Vitória da Conquista. Finalmente, gosto de todos os alunos com quem trabalho, facilitando o aprendizado dos mesmos.


Destarte, espero ter sanado pelo menos essas duas dúvidas que pairavam no ar quanto ao meu comportamento nos escritos do Conversa de Cantina, uma vez que além de falar em muitos nomes aqui, também pontuei do que gosto na escola. Do que não gosto eu dou apenas idéia nos textos, pois costumo falar sobre isso pessoalmente com os interessados. Dou, portanto, por encerrado o episódio por não me sentir preparado para polêmicas sobre o assunto.

Vixe!!! Quase ia me esquecendo...

Também gostei das cadeiras novas que me foram apresentadas pelo professor diretor João Alfredo. Confortáveis, espaçosas e modernas. Espero que o PRPGI receba pelo menos umas 40 delas


Ronaldo F. Cavalcante

domingo, 4 de outubro de 2009

Envenenando as almas das crianças

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Por Miguel Nagib
No capítulo 3º do livro didático “Português Linguagens - 5º ano”, de autoria de William Roberto Cereja e Thereza Cochar (Editora Atual, pertencente ao grupo Saraiva - clique aqui para ver), os estudantes encontram, logo abaixo do título – “O gosto amargo da desigualdade” –, o seguinte parágrafo:
Você alguma vez já se sentiu injustiçado? Seu amigo com duas bicicletas, uma delas novinha, e você nem bicicleta tem... Sua amiga com uma coleção inteirinha da Barbie, e você que não ganha um brinquedo novo há muito tempo... Se vai reclamar com a mãe, lá vem ela dizendo: ‘Não reclama de barriga cheia, tem gente pior do que você!’. Será que há justiça no mundo em que vivemos?
A resposta negativa é apresentada sob a forma de um texto, em estilo pretensamente literário, seguido de uma bateria de perguntas destinadas a atiçar o “pensamento crítico” dos alunos (supondo-se, é claro, que crianças de 10 anos possuam conhecimento e maturidade para pensar criticamente).
O texto consiste, resumidamente, no seguinte: (...) a professora começou a distribuir os doces entre os alunos, dando a uns mais que a outros. Os primeiros da lista de chamada ganharam apenas um doce; da letra G até a M, dois doces; de N a T, três; Vanessa e Vítor ganharam seis, e Zilda, finalmente, ganhou a metade da caixa, 24 doces. A satisfação inicial dos primeiros se transformava em revolta à medida que percebiam a melhor sorte dos últimos.
Seguem os questionamentos:
– A distribuição dos doces promovida pela professora serviu para ilustrar como é feita a distribuição de riquezas no Brasil. Associe os elementos da aula ao que eles correspondem no país:
• [os doces] • os patrões, os empresários, o governo, etc.
• os alunos • o povo
• a professora • a riqueza

– Na opinião da maioria dos alunos, como a professora deveria ter distribuído os doces?
– A distribuição de doces feita pela professora ilustra a situação de distribuição de renda entre os brasileiros. De acordo com o exemplo:
a) Quem fica com a metade da riqueza produzida no país?
b) Para quem fica a outra metade?
c) Na sua opinião, a minoria privilegiada reclama da situação?
d) E os outros, deveriam reclamar? Por quê?
– Os alunos que ganharam menos doces sentiram-se revoltados com a divisão feita pela professora.
a) Na vida real, como você acha que se sentem as pessoas que têm uma renda muito baixa? Por quê?
b) Que consequências a baixa renda traz para a vida das pessoas? Dê exemplos.
c) Na sua opinião, as pessoas são culpadas por terem uma renda baixa?
– Muitas pessoas acham que uma das causas da violência social (roubos, furtos e sequestros, por exemplo) é a má distribuição de renda. O que você acha disso? Você concorda com essa opinião.
Vejam vocês a que nível chegou a educação no Brasil.
Decididos a “despertar a consciência crítica” dos seus pequenos leitores – missão suprema de todo professor/escritor amestrado na bigorna freireana (ademais, se o livro não for “crítico”, a editora não quer, porque o MEC não aprova, os professores não adotam e o governo não compra) –, mas cientes, ao mesmo tempo, da incapacidade das crianças para compreender minimamente, em termos científicos, o tema da desigualdade social, os autores optaram por uma abordagem emocional do problema. Afinal, devem ter ponderado, embora os alunos não tenham idade para entender o que é e o que produz a desigualdade na distribuição das riquezas, nada os impede de odiar desde logo essa coisa, o que quer que ela seja.
A dupla de escritores assumiu, desse modo, o seguinte desafio (como eles gostam de dizer) “político-pedagógico”: criar uma empatia entre os alunos e as “vítimas da injustiça social”; induzi-los a acreditar que toda desigualdade é injusta, de sorte que para acabar com a injustiça é preciso acabar com a desigualdade; e predispô-los, enfim, a aceitar ou apoiar a bandeira do igualitarismo socialista.
Como na cabeça da dupla de escritores a vida de pobre consiste em sentir inveja de rico, era necessário lembrar às crianças como é triste não ter uma bicicleta, quando o amigo tem duas, ou não ter uma boneca, quando a amiga tem várias. Mas, em vez de chamar essa tristeza pelo nome que ela tem desde os tempos de Caim, o livro a ela se refere como “sentimento de injustiça”.
Trata-se, em essência, de uma paródia satânica da parábola dos trabalhadores da vinha, onde Cristo nos ensina, entre tantas outras coisas, que não existe correlação necessária entre desigualdade e injustiça e que é Ele próprio – o justo por excelência – a maior, senão a única, fonte de desigualdades do universo. “Amigo, não fui injusto contigo. Não combinaste um denário? Toma o que é teu e vai. Eu quero dar a este último o mesmo que a ti. Não tenho o direito de fazer o que eu quero com o que é meu?”
Que a palavra satânica não se compreenda como insulto ou força de expressão. É termo técnico, para designar precisamente o de que se trata. Qualquer estudioso de místicas e religiões comparadas sabe que as práticas de dessensibilização moral são o componente mais típico das chamadas ‘iniciações satânicas’. Enquanto o noviço cristão ou budista aprende a arcar primeiro com o peso do próprio mal, depois com o dos pecados alheios e por fim com o mal do mundo, o asceta satânico tanto mais se exalta no orgulho de uma sobre-humanidade ilusória quanto mais se torna incapaz de sentir o mal que faz.
Vem daí o sentimento de superioridade moral da militância esquerdista que há mais de trinta anos deposita seus ovos nas cabeças dos estudantes brasileiros, parasitando, como solitárias ideológicas, o nosso sistema de ensino.
“Hoje em dia – escreve Eduardo Chaves, Professor Titular de Filosofia da Educação da Universidade Estadual de Campinas (http://chaves.com.br/TEXTSELF/PHILOS/Inveja-new.htm) –,
“o sentimento pelo qual a inveja pretende passar, a maior parte do tempo, é o de justiça – não a justiça no sentido clássico, que significa dar a cada um o que lhe é devido, mas a justiça em um sentido novo e deturpado, qualificado de ‘social’, que significa dar a cada um parcela igual da produção de todos – ou seja, igualitarismo. (...)
Um postulado fundamental da ‘justiça social’ é que uma sociedade é tanto mais justa quanto mais igualitária (não só em termos de oportunidades, mas também em termos materiais, ou de fato). ‘Justiça social’ é, portanto, o conceito político chave para o invejoso, pois lhe permite mascarar de justiça (algo nobre, ao qual ninguém se opõe) seu desejo de que os outros percam aquilo que têm e que ele deseja para si, mas não tem competência ou élan para obter. (...)
A luta pelo igualitarismo se tornou verdadeira cruzada a se alimentar do sentimento de inveja. Várias ideologias procuram lhe dar suporte. A marxista é, hoje, a principal delas. A desigualdade é apontada como arbitrária e mesmo ilegal, como decorrente de exploração de muitos por poucos. Assim, o que é apenas desigualdade passa a ser visto como iniqüidade. (...)
O igualitarismo tornou-se o ópio dos invejosos.”
O que vemos nesse livro de Português – incluído pelos especialistas do MEC no Guia do Livro Didático de 2008 – é a preparação do terreno; é a fumigação que pretende exterminar ou debilitar as defesas morais instintivas das crianças contra o ataque da militância socialista que as aguarda nas séries subsequentes.
Mas, por favor, que ninguém desconfie da bondade desses educadores. Afinal, eles não querem nada para si; são apenas “trabalhadores do ensino” (como eles também gostam de dizer), tentando contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.
Assim postas as coisas, só nos resta pedir a Deus que proteja as crianças brasileiras da bondade militante dos seus professores.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

IFBA, meu abraço e minha gratidão

Meus amigos, colegas e alunos,


Nestas comemorações dos 100 da educação profissional no país, eu e meus irmãos temos na nossa história de vida a influência destas paredes, salas e corredores. Fomos acolhidos e educados na ETFBa e Cefet-Ba. Começou há 30 anos comigo sendo seguido pelos outros dois. Representou uma emancipação na nossa família e por isso sinto muita gratidão.


Acredito que este é o melhor que posso desejar a esta "casa", este sentimento de gratidão e, com isso, meu compromisso de fazer o melhor que puder para ajudar a transformar a vida das pessoas para melhor, independente de serem alunos ou colegas, como aconteceu conosco.


Agradecer nominalmente é um risco, uma vez que a memória certamente me trairá, mas, vá lá: Carreiro, Shirley (in memorian), Arleno, Honaldo, Josecílio (in memorian), Pinho (Eletro), Israel (Eletro), Antonio Carlos Navarro (Eletro), Aníbal (Eletro), Brito (Eletro Digit), Dulcemir (Port.), Raimundo "Falcon" (Matemática), Wanderley (Fis), Bião (Fis), Luiz Plácido (Com Ele), Geraldo Cadide (Com Ele), Telma (Medidas Ele.), Edward (Ele), Reinaldo Rosas (Tec. Ele), Ednaldo Fernandes (Ele), Elias (Equip Ind.), etc.


Aqui estudei com alguns professores, só que hoje me sinto honrado por me tornar seus colegas.

Descobri também que tenho amigos aqui...


Este momento tem que ser muito festejado, uma vez que, provavelmente, nenhum de nós estará vivo para ver os próximos 100 anos. É um marco, oportunidade única em nossas vidas de estarmos neste momento, mesmo com todas as nossas diferenças, as quais, acredito, poderão se transformar em nossa força, jubilando-nos e pensando no futuro.


“Que os motivos para estarmos juntos, sejam mais fortes do que aqueles que nos afastariam.”


Aproveito para informar que meu irmão caçula, ex-aluno de eletrônica (Cefet-Ba), Médico Veterinário (UFBA) e Oficial do Exercito Brasileiro traz muito orgulho para nossa família e por isso compartilho com vocês a reportagem da Revista Época em...


http://www.4shared.com/file/135100481/6ca25df0/reportagem_revista_epoca.html


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José Lamartine Neto

Instituto Federal da Bahia

DTEE - Coordenação de Automação

Ex-aluno de Instrumentação Industrial da ETFBa – turma 1981

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Trocar o tabaco pela maconha?


Vejam que coisa.
Nosso governo continua dando apoio a “parceiros” da coca Boliviana (Evo Morales e seus cocaleiros) que não conseguem mascar tudo que produzem, logo o excedente acaba desviado para o narcotráfico e parece que isso é consentido.
Outro vizinho com quem temos parceria comercial é a Colômbia. Só que esta “mercadoria” é fornecida ou intermediada pelas FARC, e é determinante para vitimar cerca de 50.000 pessoas por ano neste nosso país. São as conexões perigosas das drogas, como o tráfico, os grupos de extermínio, as brigas, acidentes, violência doméstica, assassinatos, prostituição, pedofilia, abusos, alem da destruição de famílias quando leva dependentes químicos a se tornarem moradores de rua como muitos dos fumadores de crack (derivado da pasta de cocaína), e por aí afora.
Mas o que impressiona é que nosso governo, com suas agencias e órgãos financeiros, sabe de todos os centavos movimentados neste país por cartão de crédito, cheques, depósitos, transferências, rendimentos, aplicações, etc, etc., porém não consegue fazer nada para impedir que essa cocaína das FARC continue a abastecer o Brasil e, detalhe, com exclusividade.
Será que nosso governo está interferindo para que este grupo terrorista e narcotraficante receba de bandeja a possibilidade de se tornar partido político? Imagine só o que isso resultar? Lembram da amizade e intimidade que se manteve com o maior matador das Américas?
Estamos falando de dezenas de milhares de cubanos eliminados pelas forças “libertadoras” do Sr. Fidel Castro.
O que podemos esperar de pessoas que tem como amigos assassinos? Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência.
Por outro lado, José Serra proíbe o cigarro (tabaco) em estabelecimentos paulistas, ao mesmo tempo FHC e Carlos Mink fazem a defesa da maconha. Será que não existe nenhuma conexão com o passado? Lembrem que o governo de FHC foi grande incentivador do MST, que até hoje não presta contas do dinheiro que recebe e não tem identidade oficial.
O que será que eles querem fazer? É possível, numa visão ampla se notar algo estranho? Dá para enxergar algo que vem se transformando lentamente e que vai tomando todas as vozes contrárias?
Não sei se é burrice ou cegueira ou os dois juntos que acomete nosso povo. Mas isso não aconteceu de uma hora para outra. É uma construção que vem ocorrendo lenta e pacientemente.
É bom abrir os olhos, mas do jeito que as coisas vão, sem pessimismo, o desfecho parece ser inexorável.
Vejam o nível deste nosso “Ministro” chamado de VEADO E FUMADOR DE MACONHA no trecho desta reportagem.

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José Lamartine Neto

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aniversário de Carol-2009

Salvador, 31 de agosto de 2009

Querida filha Carol,

O tempo foi um parceiro ingrato nesta relação.
A infinita saudade do que não vivi, do que não fui em sua vida...
Ah, se não fosse a distância de nossas vidas, a angústia da infinita espera, das horas que se arrastavam.

Um dia, algo aconteceu entre nós, e só posso restaurar fragmentos do que fomos. Do desperdício do amor que não dei e que você não pôde retribuir.

Hoje estou aqui na sua frente; tome posse do que o destino nos roubou e delicie-se assim de minha vida quase perdida, do sentimento adormecido.

Não percamos mais tempo com pormenores, meu coração sussurra a seus ouvidos e minha alma te chama.

Filha, nada está perdido... Está aberta a temporada de reparações. Te amo!

Um beijo e...
FELIZ ANIVERSÁRIO


Ass. Papai Lamartine


Aniversário de Carol-2008

Salvador, 31 de agosto de 2008

Querida filha Carol,


Tem tantas coisas que gostaria de dizer pra você,
dizer que sinto muito, que lamento o passado,
mas nada disso vai mudar o que aconteceu.
Dizer pra você que muitas coisas mudaram,
que gostaria de conviver mais com você, te abraçar mais.
E que não foi só escolha minha, mas se pudesse faria diferente.

Mas o que quero que você saiba é que,
aconteça o que acontecer, estarei sempre com você,
de sentimento, de coração, e com todo o meu amor.

Hoje eu posso fazer algo diferente
Hoje eu posso declarar meu amor por você,
Dizer, de verdade que eu te amo, Caroline.
E que te amo profundamente...

... e o que desejo é que você possa encher seu coraçãozinho
de ternura, amor, esperança.
E acreditar que o futuro vai ser maravilhoso.

Um beijo minha filha.

Ass. Papai Lamartine



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dieta do Chá! Estou fazendo..

DIETA DO CHÁ

Lasanha... chá comigo
Salada... chá pra lá
Picanha... chá comigo
Carne de soja... chá pra lá
Rabada... chá comigo
Peixe grelhado... chá pra lá
Feijoada... chá comigo
Sopinha... chá pra lá
Rodízio... chá comigo
Chazinho.... chá pra lá
Açúcar... chá comigo
Adoçante... chá pra lá
Sorvete a quilo... chá comigo
Academia... chá pra lá


Spa.... chá pra lá

Um abraço!!

O anúncio de Olavo Bilac

O anúncio de Olavo Bilac Autoria desconhecida Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade rural, um ...