As obras aqui publicadas podem não ser inteiramente ficcionais, podendo corresponder ao comportamento ou opinião pessoal de seus autores. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais será mera coincidência?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O Boff e o Bento

Depois de ler o texto a seguir, faço uns comentários sobre algumas das opiniões deste ex-franciscano (por expulsão). Então, vamos ao texto...

"As ambiguidades de Bento XVI, segundo Leonardo Boff"
 Pedro Peduzzi
 Repórter da Agência Brasil

 Apesar de serem a mesma pessoa, Joseph Ratzinger e o Papa Bento XVI eram duas personalidades diferentes. A opinião é do teólogo e professor universitário Leonardo Boff, um dos poucos brasileiros que conviveram com o líder católico que anunciou hoje (11) o fim de seu pontificado.

Ex-integrante da ordem franciscana e um dos expoentes da Teologia da Libertação no Brasil, Leonardo Boff falou à Agência Brasil sobre o papa Bento XVI "de função ambígua e polêmica" e de atitudes rígidas.

 "Uma coisa é o Ratzinger professor e acadêmico, que era extremamente gentil e inteligente, além de amigo dos estudantes. Dava metade do salário aos estudantes latinos e da África. Outra coisa é o Bento XVI, que exerce função autoritária e centralizadora, sem misericórdia com homossexuais e [adeptos da] camisinha", disse Boff.

 O teólogo define Ratzinger da fase pré-papal como um pastor e professor extremamente erudito e de fácil acesso. "Era pessoa simples que, ao se tornar cardeal, mudou de comportamento e passou a assumir posições duras. Tratava com luvas de pelica os bispos conservadores e com dureza teólogos da libertação que seguiam os pobres".

 Segundo Boff, dois aspectos caracterizaram o Ratzinger da fase posterior. "Primeiro, o confronto com a modernidade, no encontro com as culturas e com outras religiões. Tinha a compreensão de que a Igreja Católica era o único porta-voz da verdade, e a única capaz de dar rumo a toda humanidade. Por isso, teve dificuldades com muçulmanos e judeus".

 O segundo aspecto tem origem à época em que era cardeal. "Ele pedia aos bispos que impedissem que padres pedófilos fossem levados aos tribunais civis. Na medida em que a imprensa mostrou que havia não apenas padres, mas também bispos e cardeais suspeitos dessa prática, o Vaticano teve de aceitar a realidade. Ratzinger carrega essa marca de, quando cardeal, ter sido cúmplice desses crimes", declarou Boff.

 Na avaliação do ex-franciscano, outro ponto fraco da atuação de Bento XVI como maior líder da Igreja Católica foi o de levar um papado tradicional, voltado para dentro da Europa. Na opinião de Boff, o papa construiu "uma igreja baluarte: fortaleza cercada de inimigos por todos os lados", e contra os quais tinha de se defender.

 "Acho que o projeto dele era uma reforma da igreja ao estilo do passado, voltada para dentro e tendo como objetivo político a reevangelização da Europa. Nós, fora de lá, consideramos esse projeto como ineficaz e como opção pelos ricos. Projeto equivocado", argumentou. "Não é um papa que deixará marcas na história".

Voltei...

Leonardo Boff, ex-integrante da ordem franciscana e um dos expoentes da Teologia da Libertação no Brasil, foi expulso por ser um dos fundadores e promotores desta teologia que vai de encontro a toda a história de luta da igreja contra um regime que assassinou milhões de pessoas, de seus próprios compatriotas, comprove dando uma foliada no livro escrito por socialistas sob o comando do francês Stephane Courtois chamado “O livro Negro do Comunismo” e tirem suas próprias conclusões. A partir da primeira edição (1998), ainda em francês, o economista Roberto Campos fez um artigo muito interessante (http://joselamartine.blogspot.com.br/2012/05/o-livro-negro-do-comunismo-artigo.html) que até hoje, 14 anos depois, não se vê nada de destaque em algo tão importante para a historia da humanidade. Mas voltemos ao tema do texto do Boff.

É evidente que como representante da igreja, o papa, por dever de ofício, deve combater tudo aquilo que oferece risco aos valores e tradições da instituição. Não devemos esquecer que a igreja é uma instituição hierarquizada que funciona na base da ordem e da disciplina. Não existe esta coisa de a maioria vence como nos sistemas democráticos em que um bem falante manipula de tal forma a massa que se comporta bovinamente a ponto desta se achar com poderes de mudar o mundo. O pior é que a mídia, as universidades, os sistemas culturais de um modo geral são os instrumentos que mexem os fios de controle de uma sociedade que se comporta como marionetes. Logo, quem tem a força na sociedade? Quem mais sabe manipular e Leonardo Boff  é um destes instrumentos.

É obvio que neste ponto ninguém divulga que existe diferença entre homossexuais e o feroz movimento LGBT e seu combate insistente contra a igreja católica. Usam dados fraudulentos e inundam de notícias dramática o mundo da internet e das mídias de uma forma geral (http://www.cacp.org.br/assassinatos-contra-gays-dados-manipulados/).
Porque não vão combater os mulçumanos e judeus radicais? Estes sim, em muitos grupos de interpretação condenam à morte quem é homossexual. Mas onde está o movimento gaysista nesta hora? Atacando a igreja católica, uma das mais tolerantes. Logo, a afirmação do ex-franciscano por expulsão de que o papa assumiu “função autoritária e centralizadora, sem misericórdia com homossexuais” não é verdadeira e desvia a atenção para o que interessa a eles que é desgastar a imagem da igreja, como se ela fossa a grande culpada de tudo de ruim que acontece com estes grupos.

Neste outro ponto o ex-franciscano (por expulsão) usa de meias-verdades quando afirma que o papa tratava com “luvas de pelica os bispos conservadores e com dureza teólogos da libertação que seguiam os pobres”.

Da para notar que a Teologia da Libertação é um movimento político dentro da igreja que se utiliza de toda retórica cristã para criação de uma militância de esquerda entre os mais pobres. Isso é que é inteligência desta turma revolucionária, pois se utiliza de pessoas humildes e, certamente de pouca instrução, para manipular-lhes as escolhas com base em uma visão de mundo marxista, que por sinal não oferece solução para nada, apenas mostra uma forma de interpretá-lo.

Como podes ver, ao invés de Teologia da Libertação deveria se chamar Teologia da Escravidão intelectual, porque uma vez contaminados com esta forma de ver o mundo, é muito difícil fazer as pessoas saírem deste paradigma.

Sugiro a leitura do texto a seguir. É muito mais inteligente http://mises.org.br/Article.aspx?id=1487

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