As obras aqui publicadas podem não ser inteiramente ficcionais, podendo corresponder ao comportamento ou opinião pessoal de seus autores. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais será mera coincidência?

domingo, 10 de novembro de 2013

Como deixar um revolucionário embaraçado com uma única pergunta

Como deixar um revolucionário embaraçado com uma única pergunta


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Já mostrei que é da natureza do socialismo ser sanguinário (e aqui); não se trata de acidente ou curso desagradável dos fatos: é a coisa posta em prática na sua pura essência. Também é da essência do próprio que seja totalitário: por querer unir poder político a poder econômico, não por resultado do acaso que formam-se Leviatãs gigantescos, que passarão por cima de quem for preciso.
Defender publicamente algo assim é extremamente problemático, diante de cupinchas ou no corrompido meio universitário pode passar despercebido ou soar normal, contudo, caso você esteja conversando com um revolucionário, há uma maneira de deixá-lo com as calças nas mãos, caso o público seja neutro (ainda que até mesmo ignorante):
O que você pretende fazer com aqueles que não aderirem à revolução?
A pergunta é simples, objetiva e de fácil resposta. Já tive a oportunidade de encurralar um anarquista e um socialista num debate público com essa pergunta. Force a resposta o quanto necessário (como diz Ben Shapiro, fazer o esquerdista defender sua posição é uma etapa essencial do debate). Nesse momento, você fará o revolucionário ter a árdua tarefa de justificar um morticínio.
Lembrando, a pergunta é para DEIXÁ-LO embaraçado DIANTE DA EVENTUAL PLATEIA, ele próprio não verá maiores problemas em matar alguém (ou alguens) aqui ou acolá. Internamente, o revolucionário já “resolveu” esse problema com sua psicologia pervertida: ele justifica as mortes atuais com vistas ao futuro perfeito (vide Hobsbawn e os 30 milhões de mortos) – característica essencial da mentalidade revolucionária; ou crê em algo ainda mais ingênuo: que por meio de alguma manobra convencerá a todos de sua causa, não precisando matar ninguém (ainda assim, mesmo que ele convença TODOS os proletários, ele terá de exterminar a burguesia, por exemplo).
A possibilidade de um genocídio, mesmo ao ouvido político destreinado, sempre soará absurda ou no mínimo duvidosa. Com a experiência histórica (pois é, os caras tão propondo o mesmo método para resolver os problemas há cem anos e nós que somos os reacionários…) e o senso moral inerente a qualquer ser humano normal, a probabilidade de rejeição à proposta revolucionária é enorme.
Como afirma Thomas Sowell, provavelmente o maior economista vivo, há três perguntas pelas quais praticamente nenhuma doutrina esquerdistas é capaz de passar:

1ª – Comparam com o quê? [suas políticas]
2ª  A qual custo? [A qual custo em milhares de vidas se dá o processo revolucionário fascista e sanguinário]
3ª – Que prova concreta tem de que funciona? [aqui a argumentação esquerdista quase sempre se volta para o futuro, pois seu passado é tenebroso e justificá-lo requer diversas torções argumentativas. A promessa pela omelete segue; até hoje apenas ovos quebrados].




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